Sumário
A calibração de pirômetro aponta o instrumento para uma fonte de radiação de temperatura conhecida e registra, em cada ponto, quanto ele erra e com que incerteza, com a emissividade usada anotada. É para quem mede temperatura sem contato em fornos, peças quentes ou superfícies energizadas e precisa provar essa medida. Sua empresa recebe um certificado rastreável à RBC, explicado, para decidir com segurança.
O que é a calibração de pirômetro, o termômetro infravermelho
Todo corpo quente emite radiação térmica, e quanto mais quente, mais ele emite. O pirômetro capta essa radiação, sem encostar na superfície, e a converte em temperatura; o termômetro infravermelho de mão é um pirômetro. Calibrar é conferir essa conversão diante de uma fonte de temperatura conhecida, ponto a ponto.
A fonte usada é o corpo negro: uma cavidade aquecida que emite radiação quase como um emissor perfeito, numa temperatura controlada e conhecida. Incerteza de medição é a faixa de dúvida que acompanha todo resultado; o certificado diz qual é.
Quem pede para "aferir o pirômetro" está pedindo a calibração: medir o erro e registrar num certificado. Corrigir o erro é o ajuste, que a Técnica Metrologia também faz, como serviço à parte, quando o modelo permite.
Pirômetro portátil (termômetro infravermelho)
É o modelo de mão, com gatilho e mira a laser, usado na manutenção, no recebimento de mercadorias e na inspeção de painéis elétricos. A leitura sai em um segundo. Na calibração, conferimos a mira, o display e a emissividade configurada antes de medir.
Pirômetro fixo, de processo
Fica instalado na linha, mirando sempre o mesmo ponto, e manda a leitura por saída analógica ou digital ao controlador ou ao CLP. Aparece em laminação, forjamento e fornos contínuos. Na calibração, registramos a leitura do próprio instrumento e, quando combinado, a do sinal de saída.
Pirômetro óptico, com visor de mira
Muita gente chama de pirômetro óptico o modelo com lente e visor, em que o operador enxerga o alvo pela ocular antes de medir. É comum em metalurgia e em fornos de alta temperatura. Na calibração, a mira pelo visor precisa ficar inteira dentro da abertura do corpo negro.
Emissividade e relação distância/ponto (D:S)
Emissividade é quanto uma superfície emite de radiação comparada a um emissor perfeito: vai de quase 0 a 1. A relação D:S diz o tamanho do ponto medido a cada distância. As duas mudam a leitura, e as duas ficam registradas no certificado.
Calibramos pirômetros nas faixas mais usadas na indústria; os padrões de referência da Técnica Metrologia nesta grandeza vão de −100 °C a 1.200 °C, e a faixa do seu pirômetro é confirmada no orçamento. Se o mesmo plano tem termopares, controladores e muflas, veja os outros instrumentos de temperatura e umidade que calibramos no mesmo laboratório.

Quando a sua empresa precisa calibrar o pirômetro
Calibre o pirômetro sempre que a temperatura que ele mostra liberar uma peça, um lote ou uma manutenção. Na rotina, a necessidade costuma aparecer numa destas seis situações.
A auditoria está marcada
O auditor costuma pedir o certificado dos instrumentos que decidem o processo, e o pirômetro entra na lista quando libera peça ou lote. Calibrar antes deixa tempo para ler o resultado e ajustar, se preciso.
O pirômetro é novo ou caiu
O pirômetro novo chega sem histórico na sua empresa. Uma queda pode desalinhar a ótica ou a mira sem sinal visível no display. Nos dois casos, a calibração mostra o erro real antes da próxima medição.
A leitura não bate com o termopar do forno
O pirômetro marca 812 °C na peça e o termopar do forno mostra 840 °C. Parte dessa diferença pode ser emissividade, parte pode ser erro. A calibração separa o que é do instrumento e encerra a dúvida.
O intervalo está vencendo no plano de calibração
O plano de calibração marca a data de cada pirômetro. Calibrar dentro dessa data mantém o instrumento liberado e evita que a inspeção dependa de um pirômetro fora do intervalo definido.
A lente está riscada ou suja
Lente com risco, poeira, respingo ou película de óleo bloqueia parte da radiação, e o pirômetro passa a ler menos que o real. Depois de limpar ou trocar a janela, a calibração confirma como ele está medindo.
O seu cliente pediu o certificado
Clientes da metalurgia, do automotivo e de alimentos costumam pedir o certificado dos instrumentos de inspeção. Com o pirômetro calibrado, você responde com o documento, o erro e a incerteza de cada ponto.
Quando outro caminho resolve melhor
Em algumas medições, o contato direto ou um sensor fixo responde melhor, e vale saber disso antes de pedir o orçamento.
A temperatura precisa ser medida dentro do produto ou do líquido?
O pirômetro mede só a superfície que enxerga. Para saber a temperatura no centro do alimento, do banho ou da massa, o caminho é um instrumento de contato; veja como funciona a calibração de termômetro.
O forno precisa de um sensor fixo, medindo o tempo todo?
Quando a leitura alimenta o controle do forno de forma contínua, o sensor costuma ser um termopar instalado na câmara. Veja como funciona a calibração de termopar.
Como funciona a calibração do pirômetro na Técnica Metrologia
Cada etapa existe para que o erro registrado seja da ótica e da eletrônica do pirômetro, e não de uma emissividade esquecida ou de uma mira fora do alvo. O prazo é combinado no orçamento.

Orçamento a partir dos pirômetros e da faixa
Começamos pela lista: quantos pirômetros são, se são portáteis ou fixos e em que temperaturas a sua empresa mede com eles. Um pirômetro de recebimento de alimentos e um de forjamento pedem pontos muito diferentes. Com isso, o orçamento define os pontos, o prazo e o local do serviço.
Inspeção da lente, do display e da emissividade
Antes de medir, conferimos a lente ou a janela, a mira, o display, a bateria e a emissividade configurada. Lente suja ou riscada muda a leitura, e uma emissividade que ficou no valor de outra superfície também. Tudo isso é anotado antes da primeira comparação.
Configuração da emissividade, da distância e do campo de visão
O pirômetro é configurado com a emissividade da fonte de referência e posicionado na distância certa, para que o ponto medido caiba inteiro dentro da abertura do corpo negro. A distância e a emissividade usadas vão para o certificado, porque sem elas o resultado não se repete.
Pontos de temperatura numa fonte de radiação de referência
Levamos o corpo negro a cada ponto definido no orçamento, por exemplo 300 °C, 600 °C e 900 °C para um pirômetro de forno. Os pontos seguem a faixa em que a sua empresa mede. Em cada um, esperamos a fonte estabilizar antes da primeira leitura.
Leitura, erro, repetibilidade e incerteza
Em cada ponto, fazemos várias leituras do pirômetro e da referência. O erro é a diferença entre a indicação do pirômetro e a temperatura da fonte. A repetibilidade mostra se a leitura se repete; a incerteza reúne a fonte, a emissividade, a distância e a resolução do display.
Emissão do certificado e devolução do pirômetro
Emitimos o certificado de calibração com os resultados de cada ponto, a emissividade, a distância usada e a rastreabilidade dos padrões. A entrega do pirômetro e do certificado segue o combinado no orçamento, e explicamos o resultado sempre que houver dúvida.
Tem termopares, controladores ou outros instrumentos no mesmo plano? Você pode enviar a lista com o pirômetro, e montamos um orçamento de calibração só.
O que o certificado de calibração de pirômetro entrega
O certificado mostra quanto o seu pirômetro erra em cada temperatura e com que incerteza, com a origem de cada medida comprovada. Essa origem é a rastreabilidade metrológica: uma corrente sem elos soltos entre a leitura do pirômetro e a unidade de temperatura. O seu pirômetro é comparado com os padrões de referência da Técnica Metrologia. Esses padrões são calibrados em laboratórios da RBC (Rede Brasileira de Calibração), e a RBC leva a medição até os padrões nacionais e ao Sistema Internacional de Unidades (SI).
O que vem no certificado
- Identificação do pirômetro
- Data da calibração
- Emissividade configurada e distância de medição usadas
- Valores obtidos: temperatura da fonte e indicação do pirômetro em cada ponto
- Erro de indicação e incerteza de medição de cada ponto
- Rastreabilidade dos padrões à RBC
O que fica com a sua empresa e o que é serviço à parte
- A decisão de uso: sua empresa decide se o pirômetro serve, pelo critério de aceitação do processo.
- O ajuste: quando o modelo permite, fazemos como serviço à parte, combinado no orçamento.
- O intervalo até a próxima calibração: definido pela sua empresa; recomendamos 12 meses como ponto de partida.
- A emissividade no dia a dia: configurada pela sua equipe para cada superfície medida, como explica o guia de emissividade do pirômetro.
Exemplo: como ler um ponto do certificado
Exemplo ilustrativo, não é resultado de cliente.
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| Temperatura da fonte | Indicação do pirômetro | Erro |
|---|---|---|
| 600,0 °C | 604,5 °C | +4,5 °C |
Com a fonte em 600,0 °C, o pirômetro marcou 604,5 °C, com a emissividade e a distância anotadas no certificado. O erro é de +4,5 °C: ele lê quatro graus e meio a mais. A incerteza vem no certificado, ao lado do erro de cada ponto, e mostra quanto esse resultado pode variar.
Se o forjamento pede a peça entre 590 °C e 620 °C, sua empresa soma o erro e a incerteza e compara o total com essa janela. Na prática, quando o pirômetro mostra 600 °C, a peça está perto de 595,5 °C.
Calibração, ajuste e verificação intermediária do pirômetro
Pense na balança do banheiro. Subir nela segurando um peso conhecido e ver quanto ela marca é comparar: isso é calibrar. Girar o botão do zero até ela acertar é ajustar. Com o pirômetro funciona igual, e a verificação intermediária acompanha o instrumento entre uma calibração e outra.
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| Critério | Verificação intermediária | Ajuste | Calibração com certificado (recomendada para a auditoria) |
|---|---|---|---|
| O que é | Conferência do pirômetro contra uma referência estável, sempre na mesma superfície e emissividade | Intervenção que corrige o erro, nos modelos que permitem | Comparação com uma fonte de referência, com erro e incerteza registrados em cada ponto |
| Quem faz | A sua empresa, entre calibrações, com uma referência própria e um registro | A Técnica Metrologia, como serviço à parte, combinado no orçamento | A Técnica Metrologia, no laboratório ou no local do cliente, conforme a necessidade de cada empresa |
| Muda o instrumento? | Não | Sim | Não |
| Gera certificado? | Gera registro interno da sua empresa | A calibração depois do ajuste é combinada no orçamento | Sim, o certificado de calibração |
| Quando fazer | Entre calibrações, na frequência que a sua empresa definir | Quando o erro passa do critério de aceitação e o modelo admite correção | No intervalo definido pela sua empresa; recomendamos 12 meses como ponto de partida |
| O que prova na auditoria | Que a sua empresa acompanha o pirômetro no dia a dia | Que o erro foi corrigido, junto com a calibração | O certificado de calibração com rastreabilidade metrológica à RBC, com erro e incerteza de cada ponto |
Qual das três responde ao que o auditor pede
O documento que comprova a leitura do pirômetro na auditoria é o certificado de calibração. A verificação intermediária e o ajuste entram como complemento, cada um com o seu registro.
Critério de aceitação e intervalo de calibração do pirômetro
Quem decide se o pirômetro serve e quando ele volta para a calibração é a sua empresa. O certificado traz os números; o critério de aceitação e o intervalo transformam esses números em decisão.
Quem define se o pirômetro serve para o processo
O critério de aceitação é o maior erro que a sua empresa aceita no pirômetro, definido a partir da janela de temperatura do processo que ele controla. Quem fixa esse valor é a qualidade, considerando também a dúvida que a emissividade da superfície real acrescenta.
Na leitura do certificado, some o erro e a incerteza de cada ponto e compare com esse limite. Se o total ficou dentro, o pirômetro segue em uso. Se passou, ele pode ir para ajuste, quando o modelo permite, ficar com um uso menos exigente ou ser trocado.
Intervalo entre calibrações: 12 meses como ponto de partida
O certificado não tem prazo de validade. Recomendamos 12 meses como intervalo de partida, enquanto o pirômetro ainda não tem histórico. Quem define o intervalo é a sua empresa, pelo uso, pela criticidade e pelo histórico do instrumento, além da exigência do seu cliente.
Esse princípio está no guia ILAC-G24:2022 / OIML D 10:2022, que deixa a decisão com o usuário, a partir de uma análise de risco. Pirômetros fixos em ambiente com pó, vapor ou calor intenso costumam pedir intervalo menor que os portáteis guardados no estojo.
Quanto custa a calibração de pirômetro: o que muda no orçamento
O valor da calibração de pirômetro depende do tipo, das temperaturas que serão medidas, de quantos instrumentos entram no pedido e de onde o serviço acontece. Com a lista em mãos, o orçamento já sai certo para o seu parque.
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| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Tipo do pirômetro | Portátil e fixo pedem montagem e leitura diferentes na calibração | Um termômetro infravermelho de mão e um pirômetro fixo com saída analógica |
| Faixa de uso | Temperaturas altas pedem outra fonte e mais tempo de estabilização | Um pirômetro de recebimento a 5 °C e um de forno a 900 °C |
| Número de pontos | Mais pontos mostram como o erro muda ao longo da faixa | Pontos extras perto da temperatura de trabalho do processo |
| Quantidade no pedido | Vários pirômetros juntos organizam melhor o trabalho | Os pirômetros da manutenção e da inspeção no mesmo lote |
| Urgência | Uma data apertada muda a programação do laboratório | Auditoria marcada para a semana seguinte |
| Local do serviço | No laboratório ou no local do cliente, conforme a necessidade de cada empresa | Pirômetros fixos que não podem sair da linha |
Se a sua empresa calibra o parque inteiro ao longo do ano, o contrato de calibrações organiza datas e condições num acordo só.
Erros comuns que distorcem a medição com o pirômetro
A maior parte das leituras erradas de pirômetro vem da superfície e do caminho até ela, e não do instrumento. Corrigir esses hábitos protege a medição do dia a dia e o próprio resultado da calibração.
Emissividade errada para a superfície
Aço oxidado, alumínio polido e plástico emitem de jeitos muito diferentes. Com a emissividade de outra superfície, o pirômetro pode errar dezenas de graus.
O que fazer: configure a emissividade de cada material e registre o valor usado.
Alvo menor do que o ponto medido
Se o ponto do pirômetro, pela relação D:S, é maior que a peça, ele mistura a peça com o fundo.
O que fazer: aproxime-se até o ponto caber inteiro no alvo, ou use um modelo com relação D:S maior para alvos pequenos.
Superfície brilhante ou polida
Metal polido reflete a radiação do ambiente e emite pouca radiação própria, e a leitura fica baixa e instável.
O que fazer: meça numa área oxidada, pintada ou com fita de emissividade conhecida, e nunca no ponto mais brilhante.
Vapor, fumaça ou vidro no caminho
Vapor, fumaça, poeira ou uma janela de vidro entre o pirômetro e a peça absorvem parte da radiação.
O que fazer: meça por um caminho limpo e, em visores de forno, use janela própria para a faixa do instrumento.
Lente suja ou riscada
Poeira, respingo e película de óleo na lente reduzem a radiação que chega ao sensor, e a leitura cai sem aviso.
O que fazer: limpe a lente com o material indicado pelo fabricante e guarde o pirômetro no estojo, com a tampa da lente.
Medição logo depois de mudar de ambiente
Levar o pirômetro da câmara fria para perto do forno e medir em seguida dá leitura falsa, porque o próprio instrumento ainda está se acomodando.
O que fazer: espere alguns minutos no novo ambiente antes de medir.
Por que calibrar o pirômetro com a Técnica Metrologia
Calibrar com a Técnica Metrologia é receber um certificado rastreável à RBC, com a emissividade e a distância anotadas, e entender o que ele significa na superfície que a sua empresa mede.
Certificado rastreável à RBC, com cada ponto explicado
Nossos padrões de referência são calibrados em laboratórios da RBC. O certificado traz o erro, a incerteza, a emissividade e a distância de cada ponto, e explicamos o resultado em linguagem clara.
Laboratório em Franca/SP desde 2017
Desde 2017, calibramos instrumentos de medição para indústrias e laboratórios de Franca, Ribeirão Preto e região, com laboratório próprio em Franca/SP e atendimento direto pelo WhatsApp.
Mais de 150 clientes e mais de 100 mil calibrações
São mais de 150 clientes e mais de 100 mil calibrações, segundo os registros do laboratório. É experiência acumulada com os instrumentos de temperatura que a indústria da região usa todos os dias na produção e na manutenção.
Os 12 instrumentos de temperatura e umidade num laboratório só
Termômetro, PT100, termopar, pirômetro, malha, controlador, termostato, termo-higrômetro, autoclave, estufa, câmara fria e mufla: veja os 12 instrumentos de temperatura e umidade e mande tudo no mesmo pedido.
Calibração e ajuste no mesmo lugar
Quando o erro passa do seu critério e o modelo admite correção, fazemos também o ajuste, como serviço separado e combinado no orçamento, no laboratório ou no local do cliente, conforme a necessidade de cada empresa.
Nota 5,0 no Google
A Técnica Metrologia tem Nota 5,0 no Google. Nas avaliações, os clientes ressaltam o atendimento atencioso e a clareza do certificado que recebem ao fim de cada calibração.
Onde atendemos: Franca, Ribeirão Preto e região
Atendemos empresas de Franca, Ribeirão Preto e região, e também de Santos, São Paulo e do ABC. A calibração acontece no laboratório em Franca ou no local da sua empresa, conforme a necessidade de cada empresa, combinado no orçamento. Consulte a disponibilidade de acordo com o tipo de calibração. Veja como funciona a calibração no local da sua empresa.
- Franca: calibração em Franca
- Ribeirão Preto: calibração em Ribeirão Preto
- Região de Franca e Ribeirão Preto
- Santos
- São Paulo
- ABC
O que dizem os clientes da Técnica Metrologia
Os trechos vêm do perfil da Técnica Metrologia no Google, com o nome do autor como aparece lá.
Melhor Laboratorio de Calibração Rastreável a RBC, com profissionais sérios e comprometidos com os seus clientes. Saímos muito satisfeitos
Felipe Emanuel Martins Gama Ótimo atendimento e serviço prestado!
Fabricio Soares
Perguntas frequentes sobre calibração de pirômetro
Qual é o valor da calibração de um pirômetro?
O valor muda com o tipo do pirômetro, as temperaturas medidas, o número de pontos, a quantidade de instrumentos, a urgência e o local do serviço. Mande esses dados pelo WhatsApp, e o orçamento de calibração sai com o valor certo para os seus pirômetros.
Quanto tempo leva a calibração do pirômetro?
A fonte de referência precisa estabilizar em cada ponto, então o tempo cresce com a faixa e com o número de pirômetros. Também contam a programação do laboratório e o local do serviço. O prazo é combinado no orçamento; se há auditoria marcada, informe a data.
O certificado de calibração do pirômetro tem validade?
Não tem prazo de validade: o certificado registra como o pirômetro estava no dia da calibração. Recomendamos 12 meses como ponto de partida, e quem define o intervalo é a sua empresa, pelo uso, pela criticidade e pelo histórico do instrumento.
O certificado é RBC?
O certificado de calibração de pirômetro da Técnica Metrologia traz a rastreabilidade metrológica à RBC: calibramos com padrões de referência próprios, e esses padrões são calibrados em laboratórios da RBC, que levam a medição aos padrões nacionais e ao Sistema Internacional de Unidades (SI). Você recebe o erro e a incerteza de cada ponto, com o método explicado, para decidir pelo critério de aceitação da sua empresa. Para entender os termos, leia o guia sobre calibração RBC.
O certificado serve para a auditoria da ISO 9001?
Na auditoria da ISO 9001, o auditor costuma verificar se os instrumentos que afetam o produto estão calibrados, com rastreabilidade comprovada e dentro do intervalo que a sua empresa definiu. O certificado mostra a rastreabilidade à RBC, o erro e a incerteza de cada ponto. Com a sua análise frente ao critério de aceitação, você tem o que apresentar; a avaliação final é do auditor.
Calibração e aferição de pirômetro são a mesma coisa?
Na prática, sim: "aferição" é como muitos pedidos ainda chegam. O nome técnico é calibração, que mede e registra o erro; corrigir esse erro é o ajuste.
Vocês fazem o ajuste do pirômetro?
Sim, nos modelos que permitem correção. O ajuste é um serviço separado da calibração, combinado no orçamento, e a calibração depois do ajuste também é combinada ali.
O que preciso informar ao enviar o pirômetro?
Informe o tipo, a identificação, a faixa, a relação D:S se souber, as temperaturas em que mais mede e os materiais que costuma medir. Se o pirômetro é fixo e tem saída de sinal, diga se quer essa saída avaliada.
Pirômetro e termômetro infravermelho são a mesma coisa?
Sim: o termômetro infravermelho é um tipo de pirômetro, o mais comum no dia a dia. O nome "pirômetro" costuma aparecer para os modelos de faixa mais alta e para os fixos de processo, mas o princípio, captar a radiação térmica sem contato, é o mesmo.
A emissividade entra no certificado?
Entra. A emissividade configurada durante a calibração fica registrada, junto com a distância de medição, porque o resultado só se repete nessas condições. No uso, a sua equipe configura a emissividade de cada superfície que mede.





