Sumário
A calibração de centrífuga mede a rotação real do rotor com um tacômetro de referência, compara com o painel e calcula a força centrífuga relativa (g) a partir do raio. É para laboratórios e indústrias que separam amostras por centrifugação. Sua empresa recebe um certificado rastreável à RBC, explicado.
O que é a calibração de centrífuga, que muita gente chama de aferição
Calibrar a centrífuga é medir a rotação real do rotor com um padrão de referência e comparar com o valor do painel, em diferentes velocidades. A diferença em cada ponto, com a incerteza, vai para o certificado de calibração.
A força centrífuga relativa (RCF), expressa em "g", diz quantas vezes a força sobre a amostra é maior que a gravidade. Ela depende do raio do rotor e do quadrado da rotação: um erro de 1 % na rpm da centrífuga vira cerca de 2 % na força g. A conta completa está no guia sobre rpm e força g na centrífuga de laboratório.
Incerteza de medição é a faixa de dúvida que acompanha todo resultado; o certificado diz qual é. E quem pede para "aferir a centrífuga" está pedindo o mesmo serviço: aferição é o nome antigo, calibração é o termo técnico. Corrigir o erro é o ajuste, que também fazemos, à parte.
Centrífuga de bancada
Compacta, com rotor de ângulo fixo ou basculante, é a mais comum nos laboratórios de controle de qualidade. Na calibração, medimos a rotação nas velocidades usadas nos métodos e conferimos o tempo do painel.
Centrífuga refrigerada
Mantém a câmara numa temperatura programada durante o giro, para proteger amostras sensíveis ao calor. Na calibração, além de rotação e tempo, a temperatura da câmara pode ser medida, quando faz parte do pedido.
Centrífuga clínica
Separa soro, plasma e outras frações de amostras em tubos, numa rotina de muitos ciclos por dia. Na calibração, rotação real e tempo de ciclo são conferidos nas velocidades em que os seus protocolos rodam.
Centrífuga de alta velocidade e industrial
Trabalha com rotações mais altas ou volumes maiores, e o rotor pesa mais no resultado e na segurança. Na calibração, os pontos acompanham a faixa de uso, e a faixa do seu equipamento é confirmada no orçamento.
Calibramos centrífugas de bancada, refrigeradas, clínicas, de alta velocidade e industriais, nas faixas mais usadas. Os padrões de referência da Técnica Metrologia para rotação são um tacômetro padrão óptico, de 2,5 a 100.000 rpm, e um de contato, de 0,5 a 20.000 rpm; para tempo, um cronômetro padrão de até 10 h, com resolução de 1 ms. Veja também os outros instrumentos de rotação e tempo que calibramos.

Quando a sua empresa precisa calibrar a centrífuga
Calibre a centrífuga quando o resultado da separação precisa de prova: antes da auditoria, depois de troca de rotor ou de manutenção e quando o método fixa a força g.
A auditoria pediu o certificado da centrífuga
O auditor costuma conferir os equipamentos que afetam o resultado do ensaio. Calibrando antes, você tem tempo de ler rotação, tempo e temperatura e decidir o uso com calma.
O rotor foi trocado ou a centrífuga é nova
Rotor novo muda o raio e, com ele, a força g na mesma rpm. Centrífuga nova chega sem histórico. Nos dois casos, a calibração registra o comportamento real do conjunto.
O método fixa a força g, e não a rpm
Quando o método pede um número de g, o painel em rpm só serve com a conversão certa. A calibração mede a rotação real e calcula a força g pelo raio do rotor.
A centrífuga voltou da manutenção
Troca de motor, de placa ou de sensor de rotação muda o caminho entre o comando e o giro. Depois do conserto, a calibração mostra se a rotação real acompanha o painel.
Vibração ou ruído diferente do normal
Um barulho novo ou uma vibração maior pode vir do rotor, da carga ou do motor. A calibração começa pela verificação funcional e mostra, com números, se a rotação segue estável.
O seu cliente pediu o registro do equipamento
Clientes e parceiros que auditam o seu laboratório pedem o certificado dos equipamentos do ensaio. Com ele, você mostra rotação real, tempo e, se fizer parte, a temperatura.
Quando outro caminho resolve melhor
Às vezes a medida que preocupa a sua empresa pede outro instrumento.
A rotação a conferir é a de um motor ou de um eixo?
Se a medição é feita com aparelho portátil, em motores, polias ou ventiladores, o instrumento é o tacômetro. Veja a calibração de tacômetro.
O que preocupa é o temporizador de outro equipamento?
Se o tempo que importa é o de uma estufa, de uma máquina ou de um painel, o instrumento é o temporizador. Veja como funciona a calibração de temporizador.
Como funciona a calibração da centrífuga na Técnica Metrologia
A calibração pode acontecer no laboratório ou com o equipamento instalado, e cada etapa protege o número que chega ao certificado. O prazo é combinado no orçamento.

Orçamento com o tipo, os rotores e o que calibrar
Primeiro entendemos quantas centrífugas são, de que tipo, com que rotores e se a calibração cobre rotação, tempo e temperatura. Com isso, o orçamento define as velocidades e o local, com avaliação prévia quando é na sua empresa.
Inspeção do rotor, da tampa, da trava e da câmara
Antes de girar, conferimos o rotor, as caçapas, a tampa, a trava de segurança e a câmara. Desgaste visível no rotor ou falha na trava são tratados antes de qualquer giro, porque segurança vem antes do número.
Preparação e verificação funcional
Com a carga equilibrada, ligamos a centrífuga e observamos vibração, ruído, aceleração e frenagem. Essa verificação funcional mostra se o equipamento está pronto para ser medido em cada velocidade programada.
Medição da rotação real com tacômetro de referência
Em diferentes velocidades programadas, medimos a rotação real do rotor com tacômetro de referência e comparamos com o painel. Vários pontos mostram se o erro muda ao longo da faixa, algo que uma leitura só esconderia.
Força g, tempo e temperatura, quando aplicável
Com o raio do rotor e a rotação medida, calculamos a força centrífuga relativa. Quando faz parte do pedido, comparamos também o tempo de ciclo com o padrão de tempo e, nas refrigeradas, a temperatura da câmara.
Incerteza e emissão do certificado
Em cada ponto, calculamos o erro e a incerteza e emitimos o certificado de calibração com a rastreabilidade dos padrões. A entrega da centrífuga, quando vem ao laboratório, e do certificado segue o combinado no orçamento.
Tem outras centrífugas ou equipamentos no laboratório? Você pode enviar a lista com as centrífugas, e montamos um orçamento de calibração só.
O que o certificado de calibração de centrífuga entrega
O certificado mostra quanto o painel da sua centrífuga erra em cada velocidade e com que incerteza, com a origem de cada medida comprovada. Essa origem é a rastreabilidade metrológica: uma corrente sem elos soltos entre a rotação do seu rotor e o segundo, a unidade de tempo do SI. A sua centrífuga é medida com os padrões de referência da Técnica Metrologia. Esses padrões são calibrados em laboratórios da RBC (Rede Brasileira de Calibração), e a RBC leva a medição até os padrões nacionais e ao Sistema Internacional de Unidades (SI).
O que vem no certificado
- Identificação da centrífuga e do rotor usado
- Data e local da calibração
- Velocidades medidas e, quando aplicável, tempos e temperaturas
- Valor de referência e indicação do painel em cada ponto
- Erro e incerteza de medição de cada ponto, com a força g calculada pela rotação medida
- Rastreabilidade dos padrões à RBC
O que fica com a sua empresa e o que é serviço à parte
- A decisão de uso: sua empresa decide se a centrífuga serve, pelo critério de aceitação do método.
- O ajuste: também fazemos, como serviço à parte, combinado no orçamento.
- O intervalo até a próxima calibração: definido pela sua empresa; recomendamos 12 meses como ponto de partida.
- A verificação intermediária: feita pela sua equipe entre calibrações, por exemplo conferindo uma velocidade de rotina com um tacômetro calibrado.
Exemplo: como ler um ponto do certificado
Exemplo ilustrativo, não é resultado de cliente.
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| Rotação de referência | Indicação do painel | Erro |
|---|---|---|
| 3.960 rpm | 4.000 rpm | +40 rpm |
Com o painel em 4.000 rpm, o tacômetro de referência mediu 3.960 rpm. O erro do painel é de +40 rpm, cerca de 1 % acima da rotação real. Na força g, esse 1 % vira cerca de 2 %: num rotor de 10 cm de raio, a amostra recebe por volta de 1.753 g, e não os 1.789 g que o painel sugere.
A incerteza vem no certificado, ao lado do erro de cada ponto. Se o método aceita ±2 % na força g, sua empresa soma erro e incerteza, converte para g e compara com esse limite.
Calibração, ajuste e verificação intermediária da centrífuga
A calibração mostra a rotação real; o ajuste mexe no equipamento para aproximar painel e rotor; a verificação intermediária acompanha a centrífuga entre uma calibração e outra.
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| Critério | Verificação intermediária | Ajuste | Calibração com certificado (recomendada para a auditoria) |
|---|---|---|---|
| O que é | Conferência rápida de uma velocidade de rotina, para ver se a centrífuga continua estável | Intervenção que corrige o erro entre o painel e a rotação real | Medição da rotação real com padrão, com erro, incerteza e força g em cada ponto |
| Quem faz | A sua empresa, entre calibrações, com um tacômetro calibrado | A Técnica Metrologia, como serviço à parte, combinado no orçamento | A Técnica Metrologia, no laboratório em Franca ou no local da sua empresa, sob avaliação prévia |
| Muda o instrumento? | Não | Sim | Não |
| Gera certificado? | Gera registro interno da sua empresa | A calibração depois do ajuste é combinada no orçamento | Sim, o certificado de calibração |
| Quando fazer | Entre calibrações, na frequência que a sua empresa definir | Quando o erro passa do critério de aceitação | No intervalo que a sua empresa definir no plano de calibração |
| O que prova na auditoria | Que a sua empresa acompanha a centrífuga entre calibrações | Que o erro foi corrigido, junto com a nova calibração | O certificado com rastreabilidade metrológica à RBC, com erro e incerteza de cada ponto |
Qual das três o auditor costuma pedir
O documento que comprova a rotação e a força g do ensaio é o certificado de calibração. A verificação intermediária e o ajuste complementam esse certificado, sem ocupar o lugar dele.
Critério de aceitação e intervalo de calibração da centrífuga
Quem decide se a centrífuga serve e quando ela volta à calibração é a sua empresa. O certificado traz os números; o critério de aceitação e o intervalo viram decisão.
Quem define se a centrífuga serve para o método
O critério de aceitação é o limite de erro que a sua empresa aceita, em rpm ou em força g, a partir do que o método de separação pede. Para métodos escritos em g, vale converter erro e incerteza para g antes de comparar.
Na leitura do certificado, some o erro e a incerteza de cada ponto e compare com esse limite. Se o total ficou dentro, a centrífuga segue em uso. Se passou, o caminho é o ajuste ou a reserva para usos menos exigentes.
Intervalo entre calibrações: 12 meses como ponto de partida
O certificado não tem prazo de validade: ele mostra como a centrífuga estava no dia da calibração. Recomendamos 12 meses como intervalo de partida, enquanto o equipamento ainda não tem histórico. Quem define o intervalo é a sua empresa, pelo uso, pela criticidade e pelo histórico da centrífuga, além da exigência do seu cliente.
Esse princípio está no guia ILAC-G24:2022 / OIML D 10:2022, que deixa a decisão com o usuário, a partir de uma análise de risco. Uma centrífuga clínica com dezenas de ciclos por dia pede um intervalo diferente de uma que roda poucas vezes por mês.
Quanto custa a calibração de centrífuga: o que muda no orçamento
O valor depende do tipo de centrífuga, do que entra na calibração, de quantos equipamentos e rotores são e de onde o serviço acontece.
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| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Tipo da centrífuga | Cada tipo pede uma montagem diferente de medição | Uma de bancada e uma refrigerada no mesmo pedido |
| O que calibrar | Tempo e temperatura somam medições à rotação | Rotação, tempo e temperatura da câmara de uma refrigerada |
| Número de velocidades | Mais pontos dão um retrato mais completo da faixa | As velocidades dos três protocolos mais usados |
| Quantidade de equipamentos e rotores | Cada rotor tem o próprio raio e a própria força g | Duas centrífugas, cada uma com dois rotores em uso |
| Urgência | Uma data apertada muda a programação do laboratório | Auditoria marcada para a semana seguinte |
| Local do serviço | No laboratório em Franca ou no local da sua empresa, sob avaliação prévia | Centrífugas de rotina que não podem sair do laboratório |
Se a sua empresa calibra muitos equipamentos ao longo do ano, o contrato de calibrações organiza datas e condições num acordo só.
Erros comuns que distorcem a rotação e a força g da centrífuga
Boa parte dos resultados ruins de separação vem da montagem e do protocolo, e não do motor. Corrigir esses hábitos protege o ensaio e a calibração.
Carga desbalanceada
Tubos com volumes diferentes ou posições vazias em frente às cheias fazem o rotor vibrar e frear.
O que fazer: monte tubos opostos com a mesma massa e complete com tubos de equilíbrio.
Rpm no lugar de força g no protocolo
Copiar a rpm de um método feito em outra centrífuga muda a força g quando o raio muda.
O que fazer: escreva o protocolo em força g e converta pelo raio do seu rotor.
Rotor trocado sem atualizar o painel
Muitas centrífugas calculam a força g pelo rotor selecionado no painel. Rotor trocado e painel antigo mostram um g que a amostra não recebe.
O que fazer: confira o rotor configurado.
Tempo contado sem saber quando começa
Alguns equipamentos contam o tempo desde a partida; outros, só quando a rotação chega ao valor programado.
O que fazer: confira no manual como o seu conta e escreva isso no procedimento.
Refrigerada sem pré-resfriar
Começar o ciclo logo depois de ligar a refrigerada deixa a câmara mais quente nos primeiros minutos.
O que fazer: rode o pré-resfriamento com o rotor dentro, antes das amostras sensíveis.
Rotor e caçapas com desgaste ou corrosão
Rachadura, corrosão ou caçapa trocada de lugar mudam o equilíbrio e a segurança do giro.
O que fazer: inspecione e limpe o rotor e respeite a vida útil que o fabricante indica.
Por que calibrar a centrífuga com a Técnica Metrologia
Calibrar com a Técnica Metrologia é receber um certificado rastreável à RBC e entender o que ele diz sobre rotação e força g, sem decifrar a tabela sozinho.
Certificado rastreável à RBC, com rotação e força g explicadas
Nossos padrões de referência são calibrados em laboratórios da RBC. O certificado traz o erro e a incerteza de cada ponto, e explicamos a conversão para força g.
Laboratório em Franca/SP desde 2017
Desde 2017, calibramos instrumentos de medição para indústrias e laboratórios a partir do nosso laboratório em Franca/SP, com atendimento direto pelo WhatsApp, pelo telefone e pelo e-mail.
Mais de 150 clientes e mais de 100 mil calibrações
São mais de 150 clientes e mais de 100 mil calibrações, segundo os registros do laboratório. É prática com os equipamentos de laboratório e de produção da região.
Os 6 instrumentos de rotação e tempo num laboratório só
Centrífuga, tacômetro, indicador de velocidade, contador de ciclos, cronômetro e temporizador: veja os instrumentos de rotação e tempo do nosso laboratório e peça tudo num orçamento.
Calibração e ajuste no mesmo lugar
Quando o erro do painel passa do seu critério de aceitação, fazemos também o ajuste, como serviço separado da calibração e combinado no orçamento, no mesmo pedido.
Nota 5,0 no Google
Quem avalia a Técnica Metrologia no Google costuma citar o atendimento rápido, a equipe qualificada e certificados claros, bem estruturados e fáceis de apresentar ao auditor.
Onde atendemos: Franca, Ribeirão Preto e região
Atendemos empresas de Franca, Ribeirão Preto e região, e também de Santos, São Paulo e do ABC. A calibração acontece no laboratório em Franca ou no local da sua empresa, sob avaliação prévia. Consulte a disponibilidade de acordo com o tipo de calibração. Veja como funciona a calibração no local da sua empresa.
- Franca: calibração em Franca
- Ribeirão Preto: calibração em Ribeirão Preto
- Região de Franca e Ribeirão Preto
- Santos
- São Paulo
- ABC
O que dizem os clientes da Técnica Metrologia
Os trechos vêm do perfil da Técnica Metrologia no Google, com o nome do autor como aparece lá.
Atendimento rápido, com equipe qualificada.
Fábio Maniglia Recomendo demais a Tecnica Metrologia! O suporte técnico é ágil e atencioso. Os certificados de calibração são claros, bem estruturados e seguem rigorosamente os padrões técnicos exigidos.
Raquel Salomão
Perguntas frequentes sobre calibração de centrífuga
Qual é o valor da calibração de uma centrífuga?
Depende do tipo, do que entra na calibração (rotação, tempo, temperatura), do número de velocidades, da quantidade de equipamentos e rotores, da urgência e do local. Mande esses dados pelo WhatsApp, e o orçamento de calibração sai com o valor certo.
Quanto tempo leva a calibração da centrífuga?
Depende de quantas centrífugas e rotores entram no pedido, do que será medido e da programação do laboratório, por isso o prazo é combinado no orçamento. Se há auditoria marcada, informe a data no pedido.
O certificado de calibração da centrífuga tem validade?
O certificado não tem prazo de validade: ele registra como a centrífuga estava no dia da calibração. Quem define quando calibrar de novo é a sua empresa, pelo uso e pelo histórico, como explicamos acima, no intervalo entre calibrações.
O certificado é RBC?
O certificado de calibração de centrífuga da Técnica Metrologia é rastreável à RBC: os padrões de referência que usamos são calibrados em laboratórios da RBC. Você recebe o erro e a incerteza de cada ponto, com a força g e o método explicados. Para entender os termos, leia o guia sobre calibração RBC.
O certificado serve para a auditoria da ISO 9001?
Na auditoria da ISO 9001, o auditor costuma conferir se os equipamentos que afetam o resultado estão calibrados, com rastreabilidade e dentro do intervalo do plano. O certificado traz o erro e a incerteza de cada ponto; com a análise da sua empresa, você tem o que mostrar, e a avaliação final é do auditor.
Calibração e aferição de centrífuga são a mesma coisa?
Sim, é o mesmo pedido com dois nomes, e o termo técnico atual é calibração. Corrigir o erro encontrado é o ajuste, outra etapa.
Vocês fazem o ajuste da centrífuga?
Sim. Fazemos o ajuste da centrífuga como serviço separado da calibração, combinado no orçamento junto com a nova calibração.
Centrífuga de bancada e refrigerada se calibram do mesmo jeito?
A rotação real é medida do mesmo jeito, com tacômetro de referência, e comparada com o painel. Na refrigerada, a temperatura da câmara pode entrar no pedido; na clínica e na de bancada, o tempo de ciclo costuma ser conferido junto.
Por que a calibração fala em força g se o painel mostra rpm?
Porque o que separa a amostra é a força, e não o número de voltas. A força g depende do raio do rotor e do quadrado da rotação, então o certificado traz a rotação medida e a força calculada para o rotor usado.
A calibração cobre todos os rotores da centrífuga?
O certificado retrata a centrífuga com o rotor usado na medição. Se a sua rotina usa mais de um rotor, informe no pedido: a força g de cada um depende do raio, e o orçamento define quais entram.





