Sumário
A calibração de transmissor de pressão aplica pressões conhecidas no sensor e mede, em cada ponto, o sinal que ele envia ao CLP ou ao supervisório, registrando o erro em mA e em % da faixa, com a incerteza. É para quem controla o processo pela pressão que aparece na tela e precisa comprovar essa medida. Sua empresa recebe um certificado rastreável à RBC, com a faixa configurada e cada ponto explicado.
O que é a calibração de transmissor de pressão, que muita gente chama de aferição
Calibrar o transmissor de pressão é aplicar valores conhecidos de pressão e comparar o sinal de saída com o sinal que ele deveria enviar naquele ponto. A diferença é o erro, e o certificado registra esse erro, em mA e em % da faixa, com a incerteza de cada ponto.
A pressão vem dos padrões de referência da Técnica Metrologia: um calibrador de pressão de -12 psi a 10.000 psi (cerca de -0,8 bar a 700 bar) e uma bomba de pressão padrão de -0,5 bar a 800 bar. Incerteza de medição é a faixa de dúvida que acompanha todo resultado; o certificado diz qual é.
Os pontos são percorridos subindo e descendo a pressão, o que mostra a histerese: a diferença de sinal entre a subida e a descida num mesmo ponto. Entra também a linearidade, que diz quanto a resposta do transmissor se afasta de uma reta entre o início e o fim da faixa.
Muita gente pede para "aferir o transmissor". É o mesmo serviço, e o termo técnico atual é calibração: medir e registrar o erro. Mexer no zero e no span para corrigir esse erro é o ajuste, que também fazemos, como serviço à parte.
Saída 4 a 20 mA, 0 a 10 V ou digital
O transmissor traduz a pressão num sinal padronizado. No 4 a 20 mA, 4 mA representa o início da faixa configurada e 20 mA o fim: numa faixa de 0 a 10 bar, 5 bar deveria sair como 12 mA. O 0 a 10 V segue a mesma lógica em tensão, e a saída digital, como o HART, leva o valor junto com a configuração. A calibração lê o sinal que o seu sistema usa.
Transmissor de pressão relativa
Mede a pressão em relação à atmosfera do lugar e é o tipo mais comum em linhas, bombas, compressores e redes de utilidades. A tomada de referência fica aberta para o ambiente. Na calibração, o zero é conferido com o transmissor aberto para a atmosfera, e os pontos acompanham a faixa configurada.
Transmissor de pressão absoluta
Mede a partir do vácuo perfeito, sem depender da atmosfera, e aparece em processos a vácuo e em medidas que não podem variar com o tempo lá fora. Por isso o zero dele não é a pressão do ambiente. Na calibração, a pressão barométrica registrada entra na comparação com o padrão.
Transmissor de pressão diferencial
Mede a diferença entre duas tomadas, de alta e de baixa pressão, e aparece em filtros, níveis de tanque e medição de vazão. Uma pequena diferença pode representar muito para o processo. Na calibração, a pressão é aplicada conforme a configuração das duas tomadas, e os pontos cobrem a faixa diferencial usada.
Transmissor com selo químico e capilar
Um diafragma separador e um capilar cheio de fluido protegem o sensor de produtos agressivos, viscosos, quentes ou alimentícios. Selo e capilar passam a fazer parte da medida. Na calibração, o conjunto é tratado como um instrumento só, e a inspeção confere o diafragma e o capilar.
Calibramos transmissores de pressão relativa, absoluta e diferencial nas faixas mais usadas na indústria; quando a faixa do seu transmissor sai do comum, ela é confirmada no orçamento. Se o parque também tem manômetros, pressostatos e controladores, veja os outros instrumentos de pressão e vazão que calibramos no mesmo laboratório.

Quando a sua empresa precisa calibrar o transmissor de pressão
Calibre o transmissor sempre que uma decisão do processo, um alarme ou um intertravamento dependerem do valor que ele envia. Essa hora chega antes da auditoria, quando a tela e a linha discordam ou quando o transmissor muda de faixa.
A auditoria está marcada
O auditor pede o certificado dos instrumentos que controlam o processo, e o transmissor que alimenta o CLP está nessa lista. Calibrar com antecedência dá tempo de ler o sinal ponto a ponto e programar o ajuste de zero e span, se preciso.
Supervisório e manômetro local discordam
A tela mostra 4,6 bar e o manômetro ao lado do transmissor marca 5 bar. A operação não sabe qual número seguir. A calibração compara o transmissor com o padrão e diz quanto ele erra em cada ponto da faixa.
O sinal oscila ou trava
O valor na tela pula sem motivo, fica parado no início da escala ou passa do fim com o processo estável. Pode ser ligação, sensor ou configuração. A calibração mostra se o transmissor responde certo à pressão aplicada.
O transmissor foi trocado ou reconfigurado
Um transmissor novo, um reparo ou uma mudança de faixa pelo configurador muda a relação entre pressão e sinal. Sem calibrar, o CLP passa a ler uma faixa que ninguém conferiu. O certificado registra a faixa que ficou.
O intervalo está vencendo no plano de calibração
O plano de calibração marca a data de cada transmissor. Calibrar antes dela mantém o instrumento liberado e evita que a malha de controle fique sem um transmissor confiável no meio da produção.
O seu cliente pediu o certificado
Na auditoria de fornecedor, o cliente quer ver que as pressões controladas pelo sistema são medidas certo. Com o transmissor calibrado, você mostra o certificado com a faixa, o erro e a incerteza de cada ponto.
Quando outro caminho resolve melhor
Às vezes a pergunta da produção é outra, e um instrumento diferente responde melhor.
A leitura é só local, sem sinal para o CLP?
Se o operador só precisa ver a pressão na linha, sem enviar o valor a um sistema, o instrumento é o manômetro. Veja como funciona a calibração de manômetro.
O problema está no conjunto que controla a pressão?
Quando a dúvida envolve transmissor, controlador, indicador e válvula funcionando juntos, a calibração do conjunto instalado responde melhor. Veja a calibração de malha de pressão.
Como funciona a calibração do transmissor de pressão na Técnica Metrologia
Cada etapa existe para que o erro registrado seja o do transmissor, e não o de uma ligação mal feita ou de uma tomada com ar. O prazo é combinado no orçamento.

Orçamento pela faixa configurada e pela saída
Começamos pelos dados de cada transmissor: tipo, faixa configurada, unidade, saída e a pressão em que o processo trabalha. É a faixa configurada que define o que o CLP lê. Com isso, o orçamento define os pontos, o prazo e se o serviço acontece no laboratório ou na sua empresa.
Inspeção do corpo, dos cabos e dos selos
Antes de pressurizar, conferimos corpo, cabeçote, prensa-cabo, conexão de processo e, quando houver, o diafragma do selo e o capilar. Diafragma marcado ou capilar dobrado mudam a medida. O estado de chegada do transmissor fica registrado antes de qualquer leitura.
Conferência de zero e span
Com o transmissor alimentado, lemos o sinal no início da faixa e no fim dela, como ele chegou. O span é a largura da faixa configurada, do primeiro ao último valor. Esses dois pontos mostram de imediato se o transmissor está deslocado ou com a inclinação alterada.
Pressões de 0 % a 100 % da faixa, subindo e descendo
O transmissor e o padrão de referência (o calibrador de -12 psi a 10.000 psi ou a bomba padrão de -0,5 bar a 800 bar, conforme a faixa) recebem a mesma pressão. Aplicamos, por exemplo, 0 %, 25 %, 50 %, 75 % e 100 % da faixa, subindo e depois descendo pelos mesmos pontos, definidos no orçamento.
Leitura do sinal, erro e incerteza
Em cada ponto, comparamos o sinal medido com o sinal esperado e calculamos o erro em mA e em % da faixa. A diferença entre subida e descida dá a histerese, e o conjunto dos pontos mostra a linearidade e a repetibilidade. A incerteza reúne essas fontes com as do padrão.
Emissão do certificado com a faixa configurada
Emitimos o certificado de calibração com a faixa configurada, a saída, os resultados de cada ponto e a rastreabilidade dos padrões. A entrega do transmissor e do certificado segue o combinado no orçamento, e explicamos o resultado para quem cuida da instrumentação e da qualidade.
Tem outros instrumentos da mesma linha para calibrar? Você pode enviar a lista com o transmissor de pressão, e montamos um orçamento de calibração só.
O que o certificado de calibração de transmissor de pressão entrega
O certificado mostra quanto o sinal do seu transmissor se afasta do esperado em cada ponto, com a incerteza e com a origem de cada medida comprovada. Essa origem é a rastreabilidade metrológica: uma cadeia contínua de comparações que liga o valor da sua tela à unidade de pressão. O seu transmissor é comparado com os padrões de referência da Técnica Metrologia. Esses padrões são calibrados em laboratórios da RBC (Rede Brasileira de Calibração), e a RBC leva a medição até os padrões nacionais e ao Sistema Internacional de Unidades (SI).
O que vem no certificado
- Identificação do transmissor, com tipo, faixa configurada, unidade e saída
- Data da calibração
- Pontos medidos ao longo da faixa, na subida e na descida
- Valores obtidos: pressão do padrão, sinal esperado e sinal medido em cada ponto
- Erro em mA e em % da faixa, histerese e incerteza de medição de cada ponto
- Rastreabilidade dos padrões à RBC
O que fica com a sua empresa e o que é serviço à parte
- A decisão de uso: sua empresa decide se o transmissor segue na malha, pelo critério de aceitação do processo.
- O ajuste de zero e span: também fazemos, como serviço à parte, combinado no orçamento.
- O intervalo até a próxima calibração: definido pela sua empresa; recomendamos 12 meses como ponto de partida.
- A verificação intermediária: feita pela sua equipe entre calibrações, comparando o valor da tela com um instrumento de referência já calibrado.
Exemplo: como ler um ponto do certificado
Exemplo ilustrativo, não é resultado de cliente. Transmissor com faixa de 0 a 10 bar e saída de 4 a 20 mA.
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| Sentido | Pressão do padrão | Sinal esperado | Sinal medido | Erro |
|---|---|---|---|---|
| Subindo | 5,00 bar | 12,000 mA | 12,040 mA | +0,040 mA (+0,25 % da faixa) |
| Descendo | 5,00 bar | 12,000 mA | 12,056 mA | +0,056 mA (+0,35 % da faixa) |
Em 5,00 bar, o transmissor deveria enviar 12,000 mA e enviou 12,040 mA na subida e 12,056 mA na descida. Como a faixa de 16 mA corresponde a 10 bar, cada 0,1 mA vale 0,0625 bar: o erro de +0,040 mA equivale a cerca de +0,025 bar na tela. A histerese é de 0,016 mA, ou 0,10 % da faixa, e a incerteza vem no certificado ao lado do erro de cada ponto.
Se a sua empresa aceita até ±0,5 % da faixa nesse transmissor, some o maior erro, o da descida, à incerteza e compare com o limite. Expressar o erro em % da faixa facilita comparar transmissores de faixas diferentes no mesmo plano de calibração.
Calibração, ajuste de zero e span e verificação intermediária do transmissor
O transmissor funciona como um tradutor: recebe a pressão e a entrega ao CLP na língua dos miliampères. Calibrar é conferir essa tradução, ponto a ponto, contra uma referência confiável e anotar onde ela escorrega. Ajustar é corrigir o tradutor, mexendo no zero e no span. E a verificação intermediária confere a tradução de vez em quando, entre uma calibração e outra.
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| Critério | Verificação intermediária | Ajuste de zero e span | Calibração com certificado (recomendada para a auditoria) |
|---|---|---|---|
| O que é | Conferência rápida do valor da tela contra um instrumento de referência já calibrado, num ponto de trabalho | Intervenção na configuração que corrige o início e a largura da faixa | Comparação com padrão de pressão, com o sinal, o erro e a incerteza registrados em cada ponto |
| Quem faz | A sua empresa, entre calibrações | A Técnica Metrologia, como serviço à parte, combinado no orçamento | A Técnica Metrologia, no laboratório ou no local do cliente, conforme a necessidade de cada empresa |
| Muda o instrumento? | Não | Sim | Não |
| Gera certificado? | Gera registro interno da sua empresa | A calibração depois do ajuste é combinada no orçamento | Sim, o certificado de calibração |
| Quando fazer | Entre calibrações, na frequência que a sua empresa definir | Quando o erro passa do critério de aceitação ou a faixa precisa mudar | No intervalo definido pela sua empresa; recomendamos 12 meses como ponto de partida |
| O que prova na auditoria | Que a sua empresa acompanha o transmissor entre calibrações | Que o erro foi corrigido, junto com a calibração | O certificado de calibração com rastreabilidade metrológica à RBC, com erro e incerteza de cada ponto |
Qual das três responde ao que o auditor pede
O documento que comprova a medida do transmissor na auditoria é o certificado de calibração. A verificação intermediária e o ajuste de zero e span complementam esse certificado, e o ajuste pede uma calibração depois, para registrar como o transmissor ficou.
Critério de aceitação e intervalo de calibração do transmissor de pressão
O certificado traz o erro de cada ponto; a sua empresa transforma esses números em decisão com o critério de aceitação e com o intervalo de calibração.
Quem define se o transmissor serve para a malha
O critério de aceitação é o erro máximo que a sua empresa aceita no transmissor, normalmente expresso em % da faixa, em mA ou na própria unidade de pressão. Um transmissor que comanda o intertravamento de um reator pede limite mais apertado do que um que só indica a pressão de uma rede. Quem fixa o limite é a qualidade, com a engenharia do processo.
Com o certificado em mãos, some o erro e a incerteza dos pontos da faixa de trabalho e compare com o limite. Dentro dele, o transmissor segue na malha. Fora, ele pode ir para ajuste de zero e span ou ser usado onde a exigência é menor.
Intervalo entre calibrações: 12 meses como ponto de partida
O certificado não tem prazo de validade. Para o transmissor ainda sem histórico, recomendamos 12 meses como intervalo de partida, e quem define o intervalo é a sua empresa, pelo uso, pela criticidade, pelo histórico do instrumento e pela exigência do seu cliente. Transmissores em pontos de intertravamento ou com vibração e temperatura altas costumam pedir um intervalo menor.
Esse princípio está no guia ILAC-G24:2022 / OIML D 10:2022, que deixa a decisão com o usuário, a partir de uma análise de risco. Para chegar ao intervalo de cada transmissor, veja como a sua empresa define o intervalo de calibração.
Quanto custa a calibração de transmissor de pressão: o que muda no orçamento
O valor da calibração de transmissor de pressão depende do tipo, da faixa configurada, do número de pontos, do tamanho do pedido e de onde o serviço acontece. Com a lista e a faixa de cada transmissor, o orçamento sai certo.
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| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Tipo e saída | Relativo, absoluto e diferencial pedem arranjos diferentes, e cada saída tem a sua leitura | Um diferencial de filtro com 4 a 20 mA e um absoluto com saída digital |
| Faixa configurada | A faixa define o arranjo do padrão e o cuidado na pressurização | Um transmissor de 0 a 2,5 bar e outro de 0 a 250 bar |
| Número de pontos | Mais pontos mostram melhor a linearidade ao longo da faixa | Pontos extras perto do valor de alarme do processo |
| Quantidade no pedido | Vários transmissores juntos organizam melhor a programação | Os transmissores de uma parada de manutenção no mesmo lote |
| Urgência | Uma data apertada muda a programação do laboratório | Auditoria marcada para a semana seguinte |
| Local do serviço | No laboratório ou no local do cliente, conforme a necessidade de cada empresa | Transmissores instalados numa linha que não pode parar |
Se a sua empresa calibra o parque inteiro ao longo do ano, o contrato de calibrações reúne as datas e as condições num acordo só.
Erros comuns que distorcem o sinal do transmissor de pressão
Boa parte dos valores errados na tela vem da configuração e da instalação do transmissor. Corrigir esses pontos protege o controle do processo e o resultado da calibração.
Faixa configurada diferente da registrada
O transmissor sai de 0 a 16 bar, mas o CLP foi programado para 0 a 10 bar, e todo valor na tela fica errado.
O que fazer: mantenha a faixa registrada no cadastro, no CLP e no certificado, e confira as três ao trocar o instrumento.
Ruído ou fuga na ligação elétrica
Cabo sem blindagem, emenda oxidada ou umidade no cabeçote desviam parte da corrente e mudam o valor lido.
O que fazer: use cabo blindado aterrado num só ponto, prensa-cabo bem apertado e tampa do cabeçote fechada.
Tomada de impulso entupida ou com ar
Linha de impulso com sujeira, ar em líquido ou líquido em gás faz o transmissor medir uma pressão que não é a do processo.
O que fazer: drene e purgue as linhas de impulso na rotina de manutenção e mantenha a inclinação correta da tubulação.
Posição de montagem que desloca o zero
Transmissores sensíveis, principalmente com selo e capilar, mudam o zero quando montados numa posição diferente da usada na calibração.
O que fazer: registre a posição de montagem e informe no pedido, para a calibração seguir a mesma condição.
Selo e capilar ao sol
O fluido do capilar dilata com o calor, e o sol da tarde pode mudar a leitura ao longo do dia.
O que fazer: proteja o capilar do sol e de fontes de calor, mantenha os capilares do diferencial lado a lado e com o mesmo comprimento exposto.
Mexer no zero sem calibrar depois
Zerar o transmissor pelo botão ou pelo configurador corrige um ponto e pode deslocar os outros sem que ninguém perceba.
O que fazer: registre qualquer ajuste feito em campo e programe a calibração em seguida, para confirmar a faixa inteira.
Por que calibrar o transmissor de pressão com a Técnica Metrologia
Calibrar o transmissor de pressão com a Técnica Metrologia é receber um certificado rastreável à RBC que mostra o sinal ponto a ponto e entender o que ele significa para o seu CLP.
Certificado rastreável à RBC, com o sinal explicado
Nossos padrões de referência de pressão, de -12 psi a 10.000 psi, são calibrados em laboratórios da RBC. O certificado traz a faixa configurada e o erro em mA e em % da faixa de cada ponto, explicados em linguagem clara.
Laboratório em Franca/SP desde 2017
Desde 2017, calibramos instrumentos de medição para indústrias e laboratórios de Franca, Ribeirão Preto e região, com laboratório próprio em Franca/SP e conversa direta pelo WhatsApp com quem cuida da instrumentação.
Mais de 150 clientes e mais de 100 mil calibrações
São mais de 150 clientes e mais de 100 mil calibrações, segundo os registros do laboratório, dos instrumentos de bancada aos de processo, com a rotina de quem mantém linhas automatizadas e precisa de cada medida comprovada.
Os 8 instrumentos de pressão e vazão num laboratório só
Manômetro, manovacuômetro, vacuômetro, transmissor de pressão, pressostato, controlador de pressão, malha de pressão e rotâmetro: veja os 8 instrumentos de pressão e vazão que calibramos e mande tudo no mesmo pedido.
Calibração e ajuste de zero e span no mesmo lugar
Quando o erro passa do seu critério de aceitação, fazemos também o ajuste de zero e span, como serviço separado e combinado no orçamento, no laboratório ou no local do cliente, conforme a necessidade de cada empresa.
Nota 5,0 no Google
Os clientes costumam mencionar o atendimento atencioso e o certificado de calibração que chega claro, bem estruturado e fácil de arquivar no sistema da qualidade.
Onde atendemos: Franca, Ribeirão Preto e região
Atendemos empresas de Franca, Ribeirão Preto e região, e também de Santos, São Paulo e do ABC. A calibração do transmissor de pressão acontece no laboratório em Franca ou no local da sua empresa, conforme a necessidade de cada empresa, combinado no orçamento. Consulte a disponibilidade de acordo com o tipo de calibração. Veja como funciona a calibração no local da sua empresa.
- Franca: calibração em Franca
- Ribeirão Preto: calibração em Ribeirão Preto
- Região de Franca e Ribeirão Preto
- Santos
- São Paulo
- ABC
O que dizem os clientes da Técnica Metrologia
Os trechos vêm do perfil da Técnica Metrologia no Google, com o nome do autor como aparece lá.
Atendimento excelente e equipe muito atenciosa! Fiz calibração de instrumentos e o serviço foi rápido, com certificado rastreável e dentro das normas. A TÉCNICA Metrologia é referência em Franca e região — recomendo sem hesitar.
Paulo Soares Recomendo demais a Tecnica Metrologia! O suporte técnico é ágil e atencioso. Os certificados de calibração são claros, bem estruturados e seguem rigorosamente os padrões técnicos exigidos.
Raquel Salomão
Perguntas frequentes sobre calibração de transmissor de pressão
Qual é o valor da calibração de um transmissor de pressão?
O valor depende do tipo, da saída, da faixa configurada, do número de pontos, da quantidade de transmissores, da urgência e do local do serviço. Mande pelo WhatsApp a lista com a faixa e a saída de cada transmissor, e o orçamento de calibração sai certo para o seu pedido.
Quanto tempo leva a calibração do transmissor?
O tempo varia com a quantidade de transmissores, os tipos e as faixas, a programação do laboratório e o local do serviço. Por isso o prazo é combinado no orçamento. Se a calibração precisa caber numa parada de manutenção ou antes de uma auditoria, informe a data no pedido.
O certificado de calibração do transmissor tem validade?
O certificado mostra como o transmissor estava no dia da calibração e não traz data de vencimento. Recomendamos 12 meses como ponto de partida, e a sua empresa ajusta o intervalo pelo uso, pela criticidade e pelo histórico de cada transmissor.
O certificado é RBC?
O certificado de calibração de transmissor de pressão da Técnica Metrologia traz a rastreabilidade metrológica à RBC: calibramos com padrões de referência próprios, e esses padrões são calibrados em laboratórios da RBC, que levam a medição aos padrões nacionais e ao Sistema Internacional de Unidades (SI). Você recebe o erro e a incerteza de cada ponto, com o método explicado, para decidir pelo critério de aceitação da sua empresa. Para entender os termos, leia o guia sobre calibração RBC.
O certificado serve para a auditoria da ISO 9001?
Na ISO 9001, o auditor costuma conferir se os instrumentos que afetam o produto estão calibrados, com rastreabilidade comprovada e dentro do intervalo que a empresa definiu. O certificado do transmissor traz a rastreabilidade à RBC, a faixa configurada e o erro e a incerteza de cada ponto. Com o registro da sua análise frente ao critério de aceitação, você tem o que apresentar; a avaliação final é do auditor.
Calibração e aferição de transmissor de pressão são a mesma coisa?
Sim, na prática é o mesmo pedido, e o termo técnico atual é calibração. Ela registra o erro do sinal em cada ponto; corrigir o zero e o span é o ajuste, outra etapa.
Vocês fazem o ajuste de zero e span do transmissor?
Sim. A Técnica Metrologia faz o ajuste de zero e span como serviço separado da calibração, combinado no orçamento. A calibração depois do ajuste também é combinada no orçamento, para registrar a faixa e o erro com que o transmissor volta à linha.
O que preciso informar ao enviar o transmissor?
Informe o tipo, a faixa configurada e a unidade, a saída (4 a 20 mA, 0 a 10 V ou digital), a identificação e a pressão em que o processo trabalha. Se houver selo e capilar, posição de montagem especial ou pontos exigidos pelo seu cliente, diga no pedido.
O transmissor é calibrado na faixa que está configurada?
Sim. A calibração segue a faixa configurada no transmissor, que é a que o CLP usa para converter o sinal em pressão. Se a sua empresa vai mudar essa faixa, informe antes: a reconfiguração entra como ajuste, combinado no orçamento, e a calibração registra a faixa nova.
Dá para calibrar o transmissor sem tirar da linha?
Conforme a necessidade de cada empresa, a calibração acontece no laboratório ou no local do cliente, combinado no orçamento. Para calibrar no local, informe o acesso à tomada de processo e à ligação elétrica de cada transmissor. Veja como funciona a calibração no local da sua empresa.





