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Calibração de manômetro com certificado rastreável à RBC

Calibração de manômetro analógico ou digital, com o erro de cada ponto medido na subida e na descida da pressão e explicado no certificado, para a sua empresa decidir se o instrumento serve à linha.

Mãos de jaleco conectam um manômetro de ponteiro a um calibrador de pressão na bancada de um laboratório
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Sumário

A calibração de manômetro aplica pressões conhecidas, medidas por um padrão, e registra quanto o seu manômetro erra em cada ponto, na subida e na descida, e com que incerteza. É para quem depende do manômetro em compressores, bombas, caldeiras e linhas de processo e precisa comprovar a leitura na auditoria. Sua empresa recebe um certificado rastreável à RBC, explicado ponto a ponto.

O que é a calibração de manômetro, que muita gente chama de aferição

Calibrar o manômetro é comparar a leitura dele com a de um padrão de pressão, nos mesmos pontos, e registrar a diferença. O certificado de calibração guarda esse resultado, com o erro e a incerteza de cada ponto.

Na bancada, o manômetro e o padrão de pressão recebem a mesma pressão ao mesmo tempo. Os padrões de referência de pressão da Técnica Metrologia são um calibrador de pressão de -12 psi a 10.000 psi (cerca de -0,8 bar a 700 bar) e uma bomba de pressão padrão de -0,5 bar a 800 bar. Incerteza de medição é a faixa de dúvida que acompanha todo resultado; o certificado diz qual é.

Como a pressão sobe e depois desce pelos mesmos pontos, aparece também a histerese: a diferença entre a leitura na subida e a leitura na descida, no mesmo ponto. No manômetro de ponteiro, uma histerese grande pode indicar mola cansada ou atrito no mecanismo.

Muita gente pede para "aferir o manômetro". Aferição é o nome de balcão para o mesmo pedido; o termo técnico hoje é calibração. Calibrar mede o erro, e corrigir esse erro é o ajuste, que também fazemos, como serviço à parte.

Manômetro analógico com tubo Bourdon

É o manômetro de ponteiro mais comum em compressores, bombas, caldeiras e redes de ar comprimido. Dentro dele, um tubo curvo tende a se endireitar com a pressão e move o ponteiro. Na calibração, além do erro de cada ponto, olhamos o retorno ao zero e a histerese, que mostram o estado do mecanismo.

Manômetro de diafragma ou de cápsula

O diafragma, uma membrana que se deforma com a pressão, aparece com fluidos viscosos, sujos ou agressivos; a cápsula, com gases a baixa pressão. São elementos sensíveis, que recebem a pressão em degraus pequenos. Na calibração, os pontos acompanham a faixa baixa em que esses manômetros trabalham.

Manômetro com glicerina ou silicone

A caixa cheia de glicerina ou de silicone amortece a vibração e a pulsação, e o ponteiro fica firme na saída da bomba ou do compressor. O líquido faz parte do instrumento. Na calibração, ele é medido como trabalha, e a inspeção confere vazamento e líquido turvo, que atrapalham a leitura.

Manômetro digital

Um sensor eletrônico transforma a pressão em número no display, e muitos modelos trocam a unidade pelo menu. A leitura do ponteiro sai de cena, e entram outros pontos de atenção. Na calibração, conferimos o zero, a estabilidade do número, a unidade configurada e o comportamento ao longo da faixa.

Calibramos manômetros analógicos e digitais nas faixas mais usadas na indústria, do ar comprimido aos sistemas hidráulicos; quando a faixa do seu manômetro sai do comum, ela é confirmada no orçamento. Se o parque também tem transmissores, pressostatos e rotâmetros, veja os outros instrumentos de pressão e vazão que calibramos no mesmo laboratório.

Dois manômetros de ponteiro de tamanhos diferentes montados nas tomadas de um reservatório de ar comprimido

Quando a sua empresa precisa calibrar o manômetro

Calibre o manômetro sempre que a sua empresa precisar confiar no número que ele mostra e provar isso. Essa hora costuma chegar antes da auditoria, depois de um pico de pressão na linha ou quando o seu cliente pede o certificado.

  • A auditoria está marcada

    O auditor pede o certificado dos manômetros que acompanham o processo. Calibrar com folga dá tempo de ler o resultado, decidir o uso de cada manômetro e, se for o caso, fazer o ajuste antes de a auditoria começar.

  • O ponteiro não volta ao zero

    Com a linha despressurizada, o ponteiro deveria descansar no zero. Se ele para em 0,3 bar ou abaixo do pino, algo mudou dentro do manômetro, e todas as leituras carregam esse desvio. A calibração mostra de quanto ele é.

  • A linha teve um pico de pressão

    Golpe de aríete, válvula fechada de repente ou teste acima da escala deformam o elemento sensor sem deixar marca por fora. Depois de um episódio assim, a calibração mostra se o manômetro continua lendo certo em toda a faixa.

  • Dois manômetros da mesma linha discordam

    Na mesma tubulação, um marca 6 bar e o outro 6,5 bar. A operação não sabe em qual confiar e pode acabar regulando pelo errado. Calibrando os dois contra o padrão, a dúvida termina com números no certificado.

  • O intervalo está vencendo no plano de calibração

    O plano de calibração marca a data de cada manômetro. Calibrar antes dela mantém o instrumento liberado e evita retirá-lo às pressas da linha, no meio da produção, à espera de um certificado novo.

  • O seu cliente pediu o certificado

    Clientes maiores auditam o fornecedor e conferem os instrumentos que medem o processo. Com o manômetro calibrado, você responde com o certificado, o erro e a incerteza de cada ponto, sem improvisar na hora da visita.

Quando outro caminho resolve melhor

Às vezes a linha pede outro instrumento, e vale saber disso antes de montar a lista do orçamento.

A linha também trabalha com vácuo?

Se a mesma tubulação alterna sucção e pressão, o instrumento certo tem escala dos dois lados do zero. Veja como funciona a calibração de manovacuômetro.

O instrumento manda a pressão para o CLP?

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Como funciona a calibração do manômetro na Técnica Metrologia

Cada etapa existe para que o número do certificado seja o erro real do seu manômetro, e não o efeito de sujeira, vazamento ou pressa. O prazo é combinado no orçamento.

Manômetro de ponteiro segurado por uma mão de luva, com a rosca de conexão para baixo e outros dois na bandeja ao fundo
  1. Orçamento a partir da lista e da pressão de trabalho

    Começamos pela lista: quantos manômetros, de que tipo, com que escala e em que pressão cada um trabalha na linha. É perto dessa pressão que o erro mais pesa. Com isso, o orçamento define os pontos, o prazo e se o serviço acontece no laboratório ou na sua empresa.

  2. Inspeção do ponteiro, do visor e da conexão

    Antes de pressurizar, olhamos ponteiro, visor, caixa e rosca de conexão, e procuramos vazamento de glicerina ou fluido de processo preso dentro. Um visor trincado ou uma rosca danificada comprometem a leitura e a vedação. Fica registrado o estado em que o manômetro chegou.

  3. Conferência do zero sem pressão

    Com o manômetro aberto para a atmosfera, conferimos onde o ponteiro ou o display descansa e registramos as condições do ambiente na hora da calibração. Se o zero está deslocado, todas as leituras carregam esse desvio. Por isso, ele é o primeiro número da folha de calibração.

  4. Comparação com o padrão de pressão, subindo e descendo

    Ligados ao mesmo circuito, o manômetro e o padrão de referência (o calibrador de -12 psi a 10.000 psi ou a bomba padrão de -0,5 bar a 800 bar, conforme a faixa) recebem a mesma pressão. Subimos ponto a ponto, por exemplo em 25 %, 50 %, 75 % e 100 % da escala, e descemos pelos mesmos pontos, definidos no orçamento.

  5. Cálculo do erro, da histerese e da incerteza

    Em cada ponto, o erro de indicação é a diferença entre o que o manômetro mostrou e o valor do padrão. A histerese sai da comparação entre subida e descida, e a repetibilidade, de leituras repetidas no mesmo ponto. A incerteza reúne essas fontes de dúvida com as do padrão e da resolução.

  6. Emissão do certificado e devolução do manômetro

    Por fim, emitimos o certificado de calibração com os resultados de cada ponto, na subida e na descida, e a rastreabilidade dos padrões. A entrega do manômetro e do certificado segue o combinado no orçamento, e explicamos o resultado sempre que surgir uma dúvida.

Vai calibrar outros instrumentos junto? Você pode enviar a lista com o manômetro, e montamos um orçamento de calibração só.

Mostrador de um manômetro de ponteiro inclinado num suporte, com a bomba manual de pressão desfocada ao fundo

O que o certificado de calibração de manômetro entrega

O certificado mostra quanto o seu manômetro erra em cada ponto, na subida e na descida, e com que incerteza, com a origem de cada medida comprovada. Essa origem é a rastreabilidade metrológica: uma corrente contínua de comparações entre a leitura da sua linha e a unidade de pressão. O seu manômetro é comparado com os padrões de referência da Técnica Metrologia. Esses padrões são calibrados em laboratórios da RBC (Rede Brasileira de Calibração), e a RBC leva a medição até os padrões nacionais e ao Sistema Internacional de Unidades (SI).

O que vem no certificado

  • Identificação do manômetro, com tipo, escala e unidade
  • Data da calibração
  • Pontos medidos ao longo da escala, na subida e na descida
  • Valores obtidos: valor do padrão e indicação do manômetro em cada ponto
  • Erro de indicação, histerese e incerteza de medição de cada ponto
  • Rastreabilidade dos padrões à RBC

O que fica com a sua empresa e o que é serviço à parte

  • A decisão de uso: sua empresa decide se o manômetro segue na linha, pelo critério de aceitação do processo.
  • O ajuste: também fazemos, como serviço à parte, combinado no orçamento.
  • O intervalo até a próxima calibração: definido pela sua empresa; recomendamos 12 meses como ponto de partida.
  • A verificação intermediária: feita pela sua equipe entre calibrações, comparando o manômetro com outro já calibrado, no mesmo ponto de pressão.

Exemplo: como ler um ponto do certificado

Exemplo ilustrativo, não é resultado de cliente.

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Sentido da pressãoValor do padrãoIndicação do manômetroErro
Subindo6,00 bar6,1 bar+0,1 bar
Descendo6,00 bar6,2 bar+0,2 bar

No ponto de 6,00 bar, o manômetro mostrou 6,1 bar com a pressão subindo e 6,2 bar com a pressão descendo. O erro é de +0,1 bar na subida e de +0,2 bar na descida, e a diferença entre as duas leituras, 0,1 bar, é a histerese. No certificado, a incerteza vem ao lado do erro de cada ponto e diz quanto esse resultado pode variar para cima ou para baixo.

Se a linha trabalha a 6 bar e a sua empresa aceita até ±0,3 bar nesse manômetro, use o maior erro, o da descida, some a incerteza e compare o total com o limite. Quem regula um compressor por esse manômetro passa a saber que, com a pressão caindo, ele mostra dois décimos de bar a mais.

Calibração, ajuste e verificação intermediária do manômetro

O calibrador de pneu do posto é, ele mesmo, um manômetro, e explica a diferença melhor do que qualquer definição. Quando você encaixa o bico e o visor mostra 25 psi num pneu que deveria ter 32 psi (as "libras" do posto), o aparelho comparou: isso é calibrar. Quando ele começa a encher, aí sim é ajuste. No manômetro da sua linha vale a mesma lógica, e a verificação intermediária acompanha o instrumento entre duas calibrações.

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Verificação intermediária, ajuste e calibração do manômetro: o que cada uma faz
CritérioVerificação intermediáriaAjusteCalibração com certificado (recomendada para a auditoria)
O que éConferência rápida, com um manômetro de referência já calibrado, para ver se o instrumento continua estávelIntervenção no mecanismo ou na configuração que corrige o erro do manômetroComparação com padrão de pressão, com erro, histerese e incerteza registrados em cada ponto
Quem fazA sua empresa, entre calibraçõesA Técnica Metrologia, como serviço à parte, combinado no orçamentoA Técnica Metrologia, no laboratório ou no local do cliente, conforme a necessidade de cada empresa
Muda o instrumento?NãoSimNão
Gera certificado?Gera registro interno da sua empresaA calibração depois do ajuste é combinada no orçamentoSim, o certificado de calibração
Quando fazerEntre calibrações, na frequência que a sua empresa definirQuando o erro passa do critério de aceitaçãoNo intervalo definido pela sua empresa; recomendamos 12 meses como ponto de partida
O que prova na auditoriaQue a sua empresa acompanha o manômetro entre calibraçõesQue o erro foi corrigido, junto com a calibraçãoO certificado de calibração com rastreabilidade metrológica à RBC, com erro e incerteza de cada ponto

Qual das três responde ao que o auditor pede

Na auditoria, o documento que comprova a leitura do manômetro é o certificado de calibração. A verificação intermediária e o ajuste completam esse certificado ao longo do ano.

Critério de aceitação e intervalo de calibração do manômetro

O certificado entrega os números; quem transforma esses números em decisão é a sua empresa, com o critério de aceitação e o intervalo de calibração.

Quem define se o manômetro serve para a linha

O critério de aceitação é o erro máximo que a sua empresa aceita num manômetro, definido pelo que aquela leitura controla. A pressão de um teste de estanqueidade costuma pedir um limite mais apertado do que a de uma rede de ar comprimido. Quem fixa esse limite é a qualidade, junto com o processo.

Com o certificado em mãos, some o erro e a incerteza de cada ponto da faixa de trabalho e compare com o limite. Se o total ficou dentro, o manômetro segue na linha. Se passou, ele pode ir para ajuste ou ser levado para um ponto em que a leitura pesa menos.

Intervalo entre calibrações: 12 meses como ponto de partida

O certificado não tem prazo de validade. Para o manômetro que ainda não tem histórico, recomendamos 12 meses como intervalo de partida, e quem define o intervalo é a sua empresa, pelo uso, pela criticidade, pelo histórico do instrumento e pela exigência do seu cliente. Um manômetro que vive com pulsação ou picos de pressão tende a pedir um intervalo menor.

Esse princípio está no guia ILAC-G24:2022 / OIML D 10:2022, que deixa a decisão com o usuário, a partir de uma análise de risco. Para os sinais que pedem calibração antes da data marcada, veja quando calibrar o manômetro.

Quanto custa a calibração de manômetro: o que muda no orçamento

O valor da calibração de manômetro depende do tipo, da faixa de pressão, de quantos instrumentos entram no pedido e de onde o serviço acontece. Com a lista em mãos, o orçamento já sai certo para o seu parque.

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FatorComo influenciaExemplo
Tipo do manômetroCada tipo pede conferências próprias, além dos pontosO digital tem unidade e display a conferir; o com glicerina tem o líquido a inspecionar
Faixa de pressãoFaixas altas pedem outro arranjo de padrão e mais cuidado na pressurizaçãoUm manômetro de 0 a 10 bar e um de 0 a 250 bar
Número de pontosMais pontos mostram melhor o comportamento ao longo da escalaPontos extras perto da pressão de trabalho da linha
Quantidade no pedidoVários manômetros juntos organizam melhor a programaçãoOs manômetros da casa de compressores enviados no mesmo lote
UrgênciaUma data apertada muda a programação do laboratórioAuditoria marcada para a semana seguinte
Local do serviçoNo laboratório ou no local do cliente, conforme a necessidade de cada empresaManômetros espalhados por uma planta que não pode parar

Se a sua empresa calibra o parque inteiro ao longo do ano, o contrato de calibrações organiza datas e condições num acordo só.

Manômetro de ponteiro montado sobre um sifão em espiral de inox, numa montagem de demonstração na bancada

Erros comuns que distorcem a leitura do manômetro

Muita leitura errada nasce da instalação e do jeito de usar o manômetro. Corrigir esses hábitos protege a medição do dia a dia e faz o resultado da calibração durar mais.

  • Trabalhar no fim da escala

    O manômetro que vive perto do fundo da escala trabalha com o elemento sensor no limite e perde a leitura mais cedo.

    O que fazer: escolha uma escala em que a pressão de trabalho fique perto do meio, com folga para os picos da linha.

  • Apertar o manômetro pela caixa

    Rosquear o manômetro segurando a caixa torce o mecanismo e desloca o zero antes mesmo da primeira leitura.

    O que fazer: aperte sempre pelo sextavado da conexão, com a chave certa, e vede a rosca sem excesso de fita.

  • Pulsação e vibração sem amortecimento

    Na saída de bomba ou compressor, a pressão pulsa e o ponteiro trabalha sem parar, gastando engrenagens e mola.

    O que fazer: use manômetro com glicerina ou silicone, ou um amortecedor na tomada de pressão, conforme a instalação.

  • Leitura de lado (paralaxe)

    No manômetro de ponteiro, olhar o mostrador de lado desloca a leitura em relação à escala.

    O que fazer: leia de frente, com o olho alinhado ao ponteiro, e prefira o digital onde a leitura precisa ser anotada com frequência.

  • Vapor direto no instrumento

    Vapor ou fluido muito quente chegando ao elemento sensor altera o comportamento da mola e do material.

    O que fazer: instale um sifão antes do manômetro, para que chegue a ele a pressão da linha, e não a temperatura do vapor.

  • Fluido de processo preso dentro

    Água, óleo ou produto que fica dentro do tubo Bourdon pode congelar, corroer ou endurecer, e a leitura muda.

    O que fazer: despressurize e drene antes de retirar o manômetro, e envie para a calibração limpo e com a rosca protegida.

Por que calibrar o manômetro com a Técnica Metrologia

Calibrar o manômetro com a Técnica Metrologia é receber um certificado rastreável à RBC e entender o que ele diz sobre a sua linha, ponto a ponto.

  • Certificado rastreável à RBC, explicado ponto a ponto

    Nossos padrões de referência de pressão, de -12 psi a 10.000 psi, são calibrados em laboratórios da RBC. O certificado traz o erro, a histerese e a incerteza de cada ponto, e explicamos o resultado em linguagem clara.

  • Laboratório em Franca/SP desde 2017

    Desde 2017, calibramos instrumentos de medição para indústrias e laboratórios de Franca, Ribeirão Preto e região, com laboratório próprio em Franca/SP e atendimento direto pelo WhatsApp, do pedido ao certificado.

  • Mais de 150 clientes e mais de 100 mil calibrações

    São mais de 150 clientes e mais de 100 mil calibrações, segundo os registros do laboratório, com os instrumentos que a indústria da região usa todos os dias na produção, na manutenção e na inspeção, do compressor à bancada da qualidade.

  • Os 8 instrumentos de pressão e vazão num laboratório só

    Manômetro, manovacuômetro, vacuômetro, transmissor de pressão, pressostato, controlador de pressão, malha de pressão e rotâmetro: veja os 8 instrumentos de pressão e vazão que calibramos e mande tudo no mesmo pedido.

  • Calibração e ajuste no mesmo lugar

    Quando o erro passa do seu critério de aceitação, fazemos também o ajuste do manômetro, como serviço separado e combinado no orçamento, no laboratório ou no local do cliente, conforme a necessidade de cada empresa.

  • Nota 5,0 no Google

    Nota 5,0 no Google. Os clientes destacam o atendimento ágil e atencioso, do primeiro contato à entrega, e os certificados de calibração claros, bem organizados e fáceis de apresentar na auditoria.

Onde atendemos: Franca, Ribeirão Preto e região

Atendemos empresas de Franca, Ribeirão Preto e região, e também de Santos, São Paulo e do ABC. A calibração do manômetro acontece no laboratório em Franca ou no local da sua empresa, conforme a necessidade de cada empresa, combinado no orçamento. Consulte a disponibilidade de acordo com o tipo de calibração. Veja como funciona a calibração no local da sua empresa.

O que dizem os clientes da Técnica Metrologia

Os trechos vêm do perfil da Técnica Metrologia no Google, com o nome do autor como aparece lá.

  • Atendimento excelente e equipe muito atenciosa! Fiz calibração de instrumentos e o serviço foi rápido, com certificado rastreável e dentro das normas. A TÉCNICA Metrologia é referência em Franca e região — recomendo sem hesitar.

    Paulo Soares
  • Recomendo demais a Tecnica Metrologia! O suporte técnico é ágil e atencioso. Os certificados de calibração são claros, bem estruturados e seguem rigorosamente os padrões técnicos exigidos.

    Raquel Salomão

Veja por que somos nota máxima no Google

Três manômetros de ponteiro guardados em recortes de espuma numa caixa de transporte aberta na bancada

Perguntas frequentes sobre calibração de manômetro

Qual é o valor da calibração de um manômetro?

O valor muda com o tipo, a faixa de pressão, o número de pontos, a quantidade de manômetros, a urgência e o local do serviço. Mande a lista pelo WhatsApp, com a escala de cada manômetro, e o orçamento de calibração sai certo para o seu parque.

Quanto tempo leva a calibração do manômetro?

Depende de quantos manômetros entram no pedido, das faixas, da programação do laboratório e de onde o serviço acontece. Por isso o prazo é combinado no orçamento. Se houver auditoria ou parada de manutenção marcada, informe a data no pedido.

O certificado de calibração do manômetro tem validade?

O certificado registra como o manômetro estava no dia da calibração, sem data de vencimento. Recomendamos 12 meses como ponto de partida, e a sua empresa ajusta esse intervalo pelo uso, pela criticidade e pelo histórico de cada instrumento.

O certificado é RBC?

O certificado de calibração de manômetro da Técnica Metrologia traz a rastreabilidade metrológica à RBC: calibramos com padrões de referência próprios, e esses padrões são calibrados em laboratórios da RBC, que levam a medição aos padrões nacionais e ao Sistema Internacional de Unidades (SI). Você recebe o erro e a incerteza de cada ponto, com o método explicado, para decidir pelo critério de aceitação da sua empresa. Para entender os termos, leia o guia sobre calibração RBC.

O certificado serve para a auditoria da ISO 9001?

Na auditoria da ISO 9001, o auditor costuma conferir se os instrumentos que afetam o produto estão calibrados, com rastreabilidade comprovada e dentro do intervalo que a sua empresa definiu. O certificado mostra a rastreabilidade à RBC, o erro e a incerteza de cada ponto do manômetro. Junto com o registro da sua análise frente ao critério de aceitação, você tem o que apresentar; a avaliação final é do auditor.

Calibração e aferição de manômetro são a mesma coisa?

Na prática, sim: é o mesmo pedido com nomes diferentes, e o termo técnico atual é calibração. Ela compara o manômetro com o padrão e registra o erro; mexer no instrumento para corrigir esse erro é outra etapa, o ajuste.

Vocês fazem o ajuste do manômetro?

Sim. A Técnica Metrologia faz o ajuste do manômetro como serviço separado da calibração, combinado no orçamento. A calibração depois do ajuste também é combinada no orçamento, para registrar como o manômetro ficou.

O que preciso informar ao enviar o manômetro?

Informe o tipo, a escala e a unidade, a identificação ou o número de série e a pressão em que ele trabalha na linha. Se o manômetro tem glicerina, trabalha com vapor ou tem pontos exigidos pelo seu cliente, diga no pedido, para a calibração cobrir o que importa ao seu processo.

Manômetro com glicerina é calibrado com o líquido dentro?

Sim. O manômetro com glicerina ou silicone é calibrado com o líquido, porque é assim que ele trabalha na linha. Se o líquido estiver turvo, amarelado ou vazando, isso fica anotado na inspeção, já que atrapalha a leitura do ponteiro.

O manômetro de caldeira também é calibrado?

Sim. Na caldeira, é pelo manômetro que a operação acompanha a pressão de trabalho, por isso o erro dele merece atenção. A calibração mostra esse erro e a incerteza em cada ponto da faixa usada. O que a regulamentação pede para caldeiras e vasos de pressão está no guia sobre o manômetro em caldeiras e vasos de pressão.

Peça o orçamento de calibração dos seus manômetros

Diga pelo WhatsApp quantos manômetros são, de que tipo e com que escala, e receba o orçamento de calibração. Atendemos de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Você sai sabendo:

  • quanto custa calibrar os seus manômetros;
  • como o prazo se encaixa na data da sua auditoria;
  • se a calibração acontece no laboratório ou na sua empresa.

Usamos os seus dados só para responder ao seu pedido de orçamento, conforme a LGPD.

Manômetro de ponteiro deitado ao lado de um certificado de calibração sobre a bancada

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Os campos sem a indicação "opcional" são obrigatórios.