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Calibração de bureta com certificado rastreável à RBC

Auditoria marcada e as buretas da titulação previstas no plano para o mesmo mês? A calibração de bureta registra o erro de cada ponto da escala, com o prazo combinado no orçamento.

Bureta presa no suporte com a torneira girada por mão de luva branca, com a ponta sobre um frasco no prato de uma balança
Enviar a lista pelo formulário
Sumário

A calibração de bureta mostra, pelo peso da água escoada, quanto a bureta erra em cada ponto da escala e com que incerteza. É para laboratórios que fazem titulação no controle de qualidade e nas análises de rotina. Sua empresa recebe um certificado rastreável à RBC, explicado, para decidir o uso de cada bureta.

O que é a calibração de bureta, que muita gente chama de aferição

Calibrar a bureta é conferir, ponto a ponto, se o volume que a escala mostra é o que de fato escoou, e registrar a diferença e a incerteza no certificado.

A bureta é um tubo graduado com torneira na ponta, feito para medir o volume que escoa. O uso típico é a titulação, a análise que descobre a concentração de uma solução pelo volume de outra que reage com ela: o volume gasto até o ponto de viragem entra direto no cálculo.

Para conferir esse volume, usamos o método gravimétrico: a água escoada até cada ponto é pesada numa balança analítica calibrada e convertida em volume pela densidade da água na temperatura do ensaio, com a correção do empuxo do ar, o leve empurrão do ar sobre o que está na balança. A ISO 4787:2021 descreve métodos de ensaio, calibração e uso de instrumentos volumétricos de vidro e de plástico, buretas incluídas. Incerteza de medição é a faixa de dúvida que acompanha todo resultado; o certificado diz qual é.

Muita gente pede para "aferir a bureta". Aferição é o nome de balcão para o mesmo pedido; o termo técnico é calibração, que mede e registra o erro de cada ponto.

Bureta de vidro com torneira de vidro

É a forma clássica, em vidro borossilicato, classe A ou B, com torneira esmerilhada que precisa vedar sem travar. Na calibração, conferimos a vedação antes de medir, porque uma gota que escapa vira erro em todos os pontos.

Bureta com torneira de PTFE

A torneira de PTFE, o teflon, dispensa graxa e veda com menos manutenção. Na calibração, o ensaio é o mesmo, e conferimos se ela abre e fecha sem folga, já que o controle do escoamento depende dela.

Bureta automática

Tem reservatório acoplado e enchimento até o zero, comum em titulações repetitivas. Na calibração, conferimos também o acerto do zero, porque um zero deslocado carrega o mesmo erro para todos os pontos da escala.

Bureta digital

Tem pistão e display que mostra o volume dispensado, sem leitura de menisco. Na calibração, o princípio continua gravimétrico: pesamos a água dispensada em cada ponto e comparamos com o volume indicado no display.

Calibramos buretas de vidro e de plástico, com torneira de vidro ou de PTFE, automáticas e digitais, nas faixas mais usadas na indústria e no laboratório, como as de 10 mL, 25 mL e 50 mL. Os padrões de referência da Técnica Metrologia nesta grandeza vão até 5 kg, na balança padrão, e até 5 L em volume; a faixa da sua bureta é confirmada no orçamento quando sair do comum. Veja também os outros instrumentos de vidrarias e volume que calibramos.

Duas buretas de vidro vazias presas lado a lado num suporte universal, uma com torneira de vidro e outra de PTFE branco

Quando a sua empresa precisa calibrar a bureta

Calibre a bureta sempre que o laboratório precisar provar que o volume lido na escala é o que escoou: antes do primeiro uso, quando a torneira falha ou quando a titulação foge do padrão.

  • A bureta é nova no laboratório

    A bureta nova chega com a tolerância de fábrica, mas sem histórico no laboratório. A calibração antes do primeiro uso mostra o erro de cada ponto e começa o registro dela.

  • A torneira vaza ou a graduação apagou

    Uma torneira que goteja muda o volume escoado, e a escala apagada atrapalha a leitura do ponto de viragem. A calibração mostra o efeito, e a sua empresa decide se a bureta continua.

  • A titulação deu resultado fora do padrão

    O controle da titulação saiu do esperado, e o titulante já foi conferido. A calibração mostra se o volume lido na escala é o volume que escoou de fato, ponto a ponto.

  • O método mudou ou está em validação

    Um método novo ou revalidado costuma pedir os instrumentos volumétricos calibrados, com incerteza conhecida. A calibração entrega esses números para a incerteza do próprio ensaio.

  • O seu cliente pediu o certificado

    Clientes que auditam o laboratório costumam pedir o certificado das buretas usadas nas análises que eles recebem. Com a bureta calibrada, você apresenta o erro e a incerteza de cada ponto.

  • Uma não conformidade apontou a bureta

    Quando um achado aponta bureta sem calibração ou com erro acima do critério, a ação corretiva pede o instrumento calibrado e o registro da análise. O certificado novo fecha essa parte.

Quando outro caminho resolve melhor

Às vezes a necessidade pede outro instrumento ou só uma inclusão no pedido.

Precisa transferir sempre o mesmo volume?

Para levar uma alíquota fixa, como 10 mL de amostra, o instrumento indicado é a pipeta volumétrica, com um traço só. Veja a calibração de pipeta volumétrica e graduada.

A sua bureta é digital, de pistão?

A bureta digital também se calibra pelo método gravimétrico, comparando o volume do display com a água pesada. Ela entra no mesmo pedido das de vidro: você pode enviar a lista com as buretas digitais.

Como funciona a calibração de bureta pelo método gravimétrico

Do pedido ao certificado, cada etapa existe para que o número que chega até você seja o volume que a bureta escoa de verdade em cada ponto. O prazo é combinado no orçamento.

Bureta de vidro com um funil no topo e a torneira segurada por mão de luva branca, presa a um suporte universal
  1. Orçamento pelo volume e pelos pontos da escala

    Primeiro entendemos quantas buretas são, de que tipo, de que volume e em que trecho da escala as titulações costumam terminar. Com isso, o orçamento define os pontos testados e o prazo, conforme a data que a sua empresa precisa.

  2. Inspeção da escala e da torneira

    Conferimos se a escala está legível, se o vidro está limpo e se a torneira fecha sem vazar. Uma bureta que goteja não representa o uso real, e vidro engordurado segura gotas na parede e muda o volume escoado.

  3. Registro das condições e da temperatura da água

    Anotamos a temperatura da água e do ar e a umidade, porque a densidade da água e o empuxo do ar dependem delas. Sem esses números, a conversão da massa em volume perderia a referência.

  4. Enchimento e acerto do menisco no zero

    Enchemos a bureta acima do zero, tiramos a bolha de ar da ponta e descemos o líquido até a base do menisco, a curva da superfície da água, tocar o traço do zero, com o olho na mesma altura.

  5. Escoamento até cada ponto da escala e pesagem

    Abrimos a torneira e escoamos até cada ponto definido, num ritmo que deixa a água descer das paredes, e pesamos a água de cada trecho na balança analítica calibrada. Repetimos o ciclo para avaliar a repetibilidade.

  6. Erro por ponto, incerteza e certificado

    Cada massa vira volume pela densidade da água, com a correção do empuxo do ar, e daí saem o erro e a incerteza de cada ponto. A entrega da bureta e do certificado segue o combinado no orçamento, e explicamos o resultado quando houver dúvida.

Tem também pipetas, provetas ou micropipetas para calibrar? Você pode enviar a lista com as buretas, e montamos um orçamento de calibração só.

O que o certificado de calibração de bureta entrega

O certificado mostra quanto a bureta erra em cada ponto da escala e com que incerteza, com a origem de cada medida comprovada. Essa origem é a rastreabilidade metrológica: uma corrente sem elos soltos entre a sua medida e as unidades do SI. A sua bureta é comparada com os padrões de referência da Técnica Metrologia. Esses padrões são calibrados em laboratórios da RBC (Rede Brasileira de Calibração), e a RBC leva a medição até os padrões nacionais e ao Sistema Internacional de Unidades (SI).

O que vem no certificado

  • Identificação da bureta: tipo, volume nominal e classe gravada
  • Data da calibração e condições do ensaio
  • Pontos medidos ao longo da escala
  • Valores obtidos: volume indicado e volume real em cada ponto
  • Erro, repetibilidade e incerteza de medição de cada ponto
  • Rastreabilidade dos padrões à RBC

O que fica com a sua empresa

  • A decisão de uso: sua empresa decide se a bureta serve, pelo critério de aceitação do método.
  • Reservar ou trocar: quando o erro passa do critério, a bureta pode ir para titulações menos exigentes ou ser substituída.
  • O intervalo até a próxima calibração: definido pela sua empresa; recomendamos 12 meses como ponto de partida.
  • A verificação intermediária: feita pela sua equipe, com a balança do laboratório, entre calibrações.

Exemplo: como ler um ponto do certificado

Exemplo ilustrativo, não é resultado de cliente.

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Volume indicado na escalaVolume real (água pesada)Erro
10,00 mL10,02 mL+0,02 mL

A bureta de 25 mL marcou 10,00 mL, e a água pesada correspondia a 10,02 mL. O erro é de +0,02 mL: até esse ponto, ela escoa dois centésimos a mais do que a escala mostra. A incerteza vem ao lado do erro de cada ponto.

Se a titulação costuma terminar perto de 10 mL, é esse ponto que pesa no resultado. Sua empresa soma o erro e a incerteza e compara o total com o limite que definiu para o método.

Calibração, verificação intermediária e troca da bureta

Na bureta, três caminhos aparecem quando o assunto é volume: conferir na rotina, trocar o instrumento ou calibrar com certificado. Só o último gera o documento que a auditoria pede.

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Verificação intermediária, troca e calibração da bureta: o que cada uma faz
CritérioVerificação intermediáriaTroca da buretaCalibração com certificado (recomendada para a auditoria)
O que éConferência rápida com a balança, em um ponto, para ver se a bureta segue estávelSubstituir a bureta cujo erro passou do critério ou cuja torneira não veda maisEnsaio gravimétrico com erro, repetibilidade e incerteza em cada ponto da escala
Quem fazA sua equipe, entre calibraçõesA sua empresa, com a bureta nova calibrada antes do usoA Técnica Metrologia, no laboratório em Franca ou no local da sua empresa, sob avaliação prévia
Muda o instrumento?NãoSim, entra outra buretaNão
Gera certificado?Gera registro interno do laboratórioA bureta nova recebe o próprio certificado quando é calibradaSim, o certificado de calibração
Quando fazerEntre calibrações, na frequência que a sua empresa definirQuando o erro passa do critério de aceitação ou a torneira falhaNo intervalo definido pela sua empresa; recomendamos 12 meses como ponto de partida
O que prova na auditoriaQue o laboratório acompanha a bureta entre calibraçõesQue a bureta fora do critério saiu de uso, com registroO certificado com rastreabilidade metrológica à RBC, erro e incerteza de cada ponto

Qual das três responde ao que o auditor pede

Na auditoria, o documento que comprova o volume é o certificado de calibração. A verificação intermediária e o registro da troca complementam esse certificado.

Critério de aceitação e intervalo de calibração da bureta

Quem decide se a bureta serve e quando ela volta à calibração é a sua empresa. O certificado traz os números, e o critério de aceitação e o intervalo transformam esses números em decisão.

Quem define se a bureta serve para a titulação

O critério de aceitação é o limite de erro que o laboratório aceita para cada bureta, definido pelo que a titulação exige no trecho da escala em que ela termina. Quem fixa esse limite é a qualidade, muitas vezes partindo da tolerância da classe.

Some o erro e a incerteza de cada ponto e compare com esse limite. Dentro, a bureta segue em uso; fora, ela pode ir para titulações menos exigentes ou ser trocada.

Intervalo entre calibrações: 12 meses como ponto de partida

O certificado não tem prazo de validade. Recomendamos 12 meses como intervalo de partida, enquanto a bureta ainda não tem histórico. Quem define o intervalo é a sua empresa, pelo uso, pela criticidade e pelo histórico do instrumento, além da exigência do seu cliente.

Esse princípio está no guia ILAC-G24:2022 / OIML D 10:2022, que deixa a decisão com o usuário, a partir de uma análise de risco.

Quanto custa a calibração de bureta: o que muda no orçamento

O valor da calibração de bureta depende do tipo, do volume, de quantos pontos da escala entram na conta e de quantas buretas vão no pedido.

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FatorComo influenciaExemplo
Tipo da buretaVidro, automática e digital pedem conferências próprias junto com a pesagemUma bureta de vidro com torneira e uma digital
Volume nominalVolumes maiores pedem mais água pesada a cada cicloUma bureta de 10 mL e uma de 50 mL
Número de pontosMais pontos dão um retrato mais completo da escalaUm ponto extra onde a titulação costuma terminar
Quantidade no pedidoVárias buretas juntas organizam melhor o trabalhoAs buretas de todas as bancadas no mesmo lote
UrgênciaUma data apertada muda a programação do laboratórioCliente que pediu o certificado para a semana seguinte
Local do serviçoO laboratório em Franca ou a sua empresa mudam a logísticaBuretas de várias bancadas num laboratório fora de Franca

Se o laboratório calibra o parque inteiro ao longo do ano, o contrato de calibrações organiza datas e condições num acordo só.

Erros comuns que distorcem o volume da bureta

Boa parte dos volumes errados na titulação vem do preparo e da leitura da bureta: corrigir esses hábitos protege a rotina e a própria calibração.

  • Bolha de ar na ponta

    A bolha presa abaixo da torneira sai no meio da titulação e soma volume que não reagiu.

    O que fazer: depois de encher, escoe um pouco com a torneira toda aberta até a ponta ficar cheia de líquido.

  • Zero acertado com o olho fora da linha

    Ler o menisco de cima ou de baixo desloca o zero, e esse erro passa para todos os volumes lidos.

    O que fazer: acerte o zero com o olho na altura do traço e um fundo claro atrás.

  • Escoamento rápido demais

    Escoar com a torneira toda aberta deixa água presa na parede, e a leitura sai antes do líquido descer.

    O que fazer: perto do ponto de viragem, escoe gota a gota e espere alguns segundos antes de ler.

  • Graxa em excesso na torneira

    Graxa demais na torneira de vidro entope o furo ou escorre para dentro e suja a parede.

    O que fazer: use uma camada fina, longe do furo, ou prefira a torneira de PTFE.

  • Bureta engordurada

    Gordura no vidro segura gotas na parede e deforma o menisco, e o volume lido não é o volume escoado.

    O que fazer: lave com detergente próprio e confira se a água escorre em filme contínuo.

  • Titulante longe da temperatura da sala

    Solução recém-preparada, ainda quente ou gelada, muda de volume enquanto a titulação acontece.

    O que fazer: deixe o titulante chegar à temperatura da sala antes de encher a bureta.

Por que calibrar a bureta com a Técnica Metrologia

Calibrar com a Técnica Metrologia é receber um certificado rastreável à RBC que responde ao trecho da escala em que a sua titulação acontece.

  • Certificado rastreável à RBC, ponto a ponto

    O certificado traz o volume real, o erro, a repetibilidade e a incerteza de cada ponto da escala, e explicamos o resultado em linguagem clara.

  • Laboratório em Franca/SP desde 2017

    Desde 2017, calibramos instrumentos de medição para laboratórios e indústrias, com laboratório próprio em Franca/SP e atendimento direto pelo WhatsApp, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

  • Mais de 150 clientes e mais de 100 mil calibrações

    São mais de 150 clientes e mais de 100 mil calibrações, segundo os registros do laboratório: experiência com as vidrarias e os instrumentos da rotina de laboratório.

  • As 7 vidrarias e instrumentos de volume num laboratório só

    Micropipeta, pipeta, bureta, proveta, béquer, erlenmeyer e picnômetro: veja as 7 vidrarias e instrumentos de volume que calibramos e mande tudo no mesmo pedido.

  • Pontos onde a sua titulação termina

    No orçamento, escolhemos com você os pontos da escala, incluindo o trecho em que as titulações costumam terminar, para o certificado responder ao que o método usa.

  • Nota 5,0 no Google

    Nas avaliações, os clientes lembram do atendimento ágil, da equipe preparada e da estrutura para calibrar equipamentos de medição de várias grandezas.

Onde atendemos: Franca, Ribeirão Preto e região

Atendemos empresas de Franca, Ribeirão Preto e região, e também de Santos, São Paulo e do ABC. A calibração acontece no laboratório em Franca ou no local da sua empresa, sob avaliação prévia. Consulte a disponibilidade de acordo com o tipo de calibração. Veja como funciona a calibração no local da sua empresa.

O que dizem os clientes da Técnica Metrologia

Os trechos vêm do perfil da Técnica Metrologia no Google, com o nome do autor como aparece lá.

  • Atendimento rápido e de excelente qualidade, profissionais competentes e muito atenciosos. Possuem uma estrutura completa para manutenção e calibração de equipamentos de medição de diversas grandezas.

    Gustavo Silva
  • Atendimento rápido, com equipe qualificada.

    Fábio Maniglia

Veja por que somos nota máxima no Google

Perguntas frequentes sobre calibração de bureta

Qual é o valor da calibração de bureta?

Depende do tipo, do volume, do número de pontos, da quantidade de buretas, da urgência e do local do serviço. Mande esses dados pelo WhatsApp, e o orçamento de calibração sai com o valor certo.

Quanto tempo leva a calibração das buretas?

Depende da quantidade e dos tipos de bureta, da programação do laboratório e do local, por isso o prazo é combinado no orçamento. Informe no pedido a data de que a sua empresa precisa.

O certificado de calibração da bureta tem validade?

Não tem prazo de validade: ele mostra como a bureta estava no dia do ensaio. Recomendamos 12 meses como ponto de partida, e quem define o intervalo é a sua empresa, pelo uso, pela criticidade e pelo histórico.

O certificado é RBC?

O certificado de calibração de bureta da Técnica Metrologia traz a rastreabilidade metrológica à RBC: calibramos com padrões de referência próprios, calibrados em laboratórios da RBC. Você recebe o erro e a incerteza de cada ponto, com o método explicado, para decidir pelo critério de aceitação da sua empresa. Para entender os termos do certificado, leia o guia sobre calibração RBC.

O certificado serve para a auditoria de BPF ou da ISO 9001?

O auditor costuma conferir se as buretas que afetam o resultado estão calibradas, com rastreabilidade comprovada e dentro do intervalo definido. O certificado mostra a rastreabilidade à RBC, o erro e a incerteza; com o registro da sua análise frente ao critério, você tem o que apresentar, e a avaliação final é do auditor.

Calibração e aferição de bureta são a mesma coisa?

Na prática, sim: é o mesmo pedido com nomes diferentes, e o termo técnico atual é calibração. Ela compara o volume indicado na escala com o volume real e registra o erro de cada ponto.

Bureta com a torneira vazando pode ser calibrada?

A vedação é conferida na inspeção, antes de qualquer pesagem. Com vazamento, o resultado não representa a bureta em uso, por isso avisamos a sua empresa antes de seguir, para decidir entre resolver a torneira ou trocar a bureta.

O que preciso informar ao enviar as buretas?

Informe o tipo, o volume, a classe gravada, a identificação de cada bureta e o trecho da escala em que as titulações costumam terminar. Pontos exigidos pelo método ou pelo seu cliente também vão no pedido.

Bureta digital se calibra do mesmo jeito que a de vidro?

O princípio é o mesmo: pesar a água dispensada e converter em volume. Na digital, comparamos com o número do display em vez da leitura do menisco.

Em quantos pontos da escala a bureta é calibrada?

Os pontos são definidos no orçamento, conforme a faixa que a sua empresa usa. Numa bureta de 25 mL, por exemplo, é comum testar pontos espalhados pela escala, como 5 mL, 10 mL, 15 mL, 20 mL e 25 mL.

Peça o orçamento de calibração das suas buretas

Mande pelo WhatsApp a lista das buretas, com tipo e volume de cada uma, e receba o orçamento de calibração.

Você sai sabendo:

  • quanto custa calibrar as suas buretas;
  • como o prazo se encaixa na data da sua auditoria;
  • se a calibração acontece no laboratório ou na sua empresa.

Usamos os seus dados só para responder ao seu pedido de orçamento, conforme a LGPD.

Bureta curta presa a um pequeno suporte de bancada, ao lado de um certificado de calibração sobre a mesa

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